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Foco na literatura com Gustavo Dourado! GONÇALO FERREIRA DA SILVA 83 anos de um alquimista do cordel

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Foto: Divulgação da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Gustavo Dourado Poeta que ensaia e conta Um artista de primeira Vate, nascido em Ipu Pensador na dianteira Tem ciência, prosa e verso Quintessência candeeira Cientista da palavra Que versa em “alquimagia” Relata seres e cosmos Das artes à biologia Revelador multiversa Ciência da Astronomia Festa em um, nove, três, sete Ano do seu nascimento Cearense, nordestino Luminar do pensamento Mestre consciencial É o verso em movimento Dia vinte de dezembro Já bem perto do Natal No interior cearense Veio o vate magistral A verve d’um Aderaldo Sapiência cultural Aos quatorze de idade Chega ao Rio de Janeiro Com o Cristo Redentor Se iluminou por inteiro Um contista nordestino Transmutador pioneiro Já em um, nove, três, seis Começa a publicação Publicou o primeiro livro Eis: Um resto de razão Coletânea nordestina Em contos de elevação Luta em um, nove, sete, oito Na cultura popular Sebastião Nunes Batista Um mestre a lhe inspirar Da Casa de Rui Barbosa O Cordel a desbravar Na Feira de S. Cristóvão O cordel em expansão Ambiente nordestino Poesia em profusão É Gonçalo em evidência E o grande Sebastião Era ano um, nove, oito, dois Morte de Sebastião Na casa de Rui Barbosa Um folheto em edição Orígenes Lessa e outros Gonçalo em publicação Bem mais de trezentos títulos Gonçalo já publicou Poeta clarividente Na “poiesis” se elevou Um cultivador da estética Na ética nos despertou Tem o domínio da forma Gramática da poesia Seu cordel é “arquitexto” O seu verso tem magia Pluriversa iluminado Na luz da cosmogonia Cordéis curtos, florilégios Literatura em Cordel Em revistas e jornais Gonçalo dissipa o mel Nos anuários acadêmicos Nos versos é bacharel Tem textos sobre o cangaço É expert em Lampião Disseca Maria Bonita Conselheiro do Sertão Patativa do Assaré E Padim Ciço Romão Vertentes e evolução Literatura e Cordel O fenômeno Athayde Os ensaios no papel Cordel sobre Lampião Cangaceiro menestrel Sua temática vasta Com ampla diversidade Fatos circunstanciais Vida, multiplicidade Ciência e filosofia Romance e liberdade Sua beleza imagética Matematiza poesia Sua arte é dialética Metafísica, epifania A mística nordestina É transmutante harmonia Romances universais Tem em sua trajetória Mahatma Gandhi da paz O seu caminho de glória Gonçalo germina paz A semente da história Pois fez cordel sobre Gandhi Foi grande a repercussão Da Embaixada da Índia Recebeu premiação Foi publicado em inglês Traduzido em alemão É importante destacar O Umberto Peregrino Um nome fundamental No espaço do destino Incentivou a poesia E o bom cordel nordestino Tem família radiante Com destaque para Mena É artista de primeira Na poesia é antena Com apoio de lasmim Coloca o cordel na cena Preside a ABLC Puxa o fio em carretel “Candiero” luminoso Trovador e menestrel Quando o cordel foi tombado Gonçalo fez bom papel Casa de São Saruê Bela Rio de Janeiro A cultura do Nordeste Ecoa no mundo inteiro Mestre Gonçalo Ferreira É um orgulho brasileiro Pois versa com amplitude Espaço e biografia O cangaço, lendas, crenças O folheto em sintonia Um maestro do cordel Um regente em sinfonia. FIM

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FOCO NOS EVENTOS – Descaminho – do ponto de vista do equilíbrio

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Descaminho – do ponto de vista do equilíbrio

Sobre a peça de circo-teatro

Descaminho – do ponto de vista do equilíbrio” é o novo espetáculo da Trupe de Argonautas com a participação de uma diretora convidada, a palhaça, atriz e dramaturga premiada Ana Flávia Garcia, que assina direção e dramaturgia da peça.

Descaminho surge originalmente de uma investigação da Trupe sobre o universo dos arcanos maiores do tarô e seus desdobramentos estéticos. A pesquisa foi se ramificando e multiplicando até chegar no conceito Descaminho, com o sufixo DES dando a tônica dessa dramaturgia e encenação. As vulnerabilidades, as paixões e os corpos pós pandêmicos dos atores se tornou matéria prima desta criação. Desenvolvida no Espaço Pé Direito, casa da Trupe que é também um corpo do espetáculo, a criação traz um ambiente onírico onde confissões, imaginários, saturação, riso e cansaço se manifestam como princípios. As habilidades circenses da Trupe, reconhecidas de tantos outros trabalhos importantes na cena circense da cidade, passam a incluir equilíbrios cotidianos, manipulação de objetos, de estados e de pessoas num espetáculo provocativo de atmosfera magnética e irreverente.

“Durante o processo em busca de tudo que fosse DES, o sem, o fora, trabalhamos com a presença do inusitado no material de cada intérprete. Utilizamos como parte fundante das matérias do trabalho o texto “O desequilíbrio como fundamento” de Dara Audazi, que dá origem ao título, além de questões pauta de cada um dos intérpretes”. Com trilha sonora de Diogo Cerrado, os artistas Súlian Princivalli, Dara Audazi, Pedro Martins, Nickolas Campos e Matheus Metal estarão celebrando o retorno da Trupe de Argonautas aos palcos presenciais, com um espetáculo repleto de delícias e delírios a compartilhar com o público.” Ana Flávia Garcia

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Serviço:

 

Que espetáculo?

Descaminho – do ponto de vista do equilíbrio

 

Quando?

Dias 13 a 22 /05 sempre às sextas, sábados e domingos

 

Hora?

20h

 

Quanto?

Entrada Franca

 

Onde?

Espaço PÉ DiReitO, Vila Telebrasília, rua 01, casa 23. A Vila fica ao final da L4 sul, perto da Faculdade Unieuro

 

Quem?

 

Concepção do projeto: Trupe de Argonautas

Direção, dramaturgia, ensaiadora e coreógrafa: Ana Flávia Garcia

Diretor onírico e iluminador: Pedro Martins

Elenco: Dara Audazi, Pedro Martins e Súlian Princivalli

Elenco convidado: Nickolas Campos e Matheus Metal

Elenco de apoio: Adriano Roza, Thiago Enoque e Ana Flávia Garcia

Sonoplastia: Trilha sonora e operação de som: Diogo Cerrado

Cenografia, figurino e maquiagem: Súlian Princivalli

Gestão administrativa: Márcia Gomes e Hugo Gomes da Incentivem

Fotos: Cassia Óliver, Súlian Princivalli e Dara Audazi

Edição de vídeos, assessoria de imprensa e divulgação: Súlian Princivalli

Arte designer: Vivian Corrêa

Arte Educadores: Adriano Roza e Thiago Enoque

Consultoria artística: Cyntia Carla

 

 

Classificação indicativa: maiores de 18 anos.

Obs: Será obrigatório o uso de máscara como forma de proteção a COVID

nformações sobre o grupo:

Trupe de Argonautas é um coletivo apaixonado pela junção de várias linguagens artísticas: a fotografia, o figurino, a maquiagem, a pintura, mas principalmente a arte do corpo como o teatro, o circo e a dança. A mágica deste encontro singular entre estas diversas artes encanta o público que acompanha a história do grupo desde 2005.

Em função de todos estes amores, o próprio grupo costuma se dividir tanto nas tarefas da atuação, quanto nas funções técnicas de cenografia, figurino, maquiagem, fotografia, produção, entre outras.

A Trupe de Argonautas acredita na função da arte para além do entretenimento, mas como meio de sensibilização dos indivíduos. Desejamos oferecer uma arte que leve a plateia à se identificar, refletir, educar, sensibilizar, se inspirar e ter prazer. A arte nos move enquanto seres humanos que se dedicam a colorir um pouquinho mais o mundo.

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Somos um coletivo brasiliense fundado em 2005 que reúne atores, dançarinos e circenses que exploram a fusão de linguagens artísticas com interesse de trabalhar novas formas de (re)desenvolver sua própria estética, afirmando sua singularidade. Isto faz com que o trabalho afete os mais diversificados públicos através de espetáculos, performances, oficinas, exposições fotográficas, publicações, apostilas circenses, e ações multidisciplinares que desenvolvem e pluralizam o universo circense teatral, promovendo a formação de público.

Nos espetáculos criados pelo grupo, os números circenses; as composições musicais próprias; a dança em suas várias vertentes, são pesquisados e rearticulados a serviço da narrativa, buscando a sua mescla e contextualização a favor da encenação.

O grupo conta em seu repertório com 13 espetáculos até o presente momento: Colcha de Retalhos (2005), De Paetês (2007), O Baile (2008), Zumm… (2010), Avenca (2011), As Senhoritas (2013), UHOMEMNU (2014), Zombie Party (2015), Paradoxo Zumbi (2016) e Quimera’s Bar (2018), Noite de Quimera’s Love (2019), Noite de Quimeras – O Circo da Mulher Barbada e agora Descaminho – do ponto de vista do equilíbrio.

Atualmente o grupo é composto por Dara Audazi, Cyntia Carla, Lívia Bennet, Pedro Martins e Súlian Princivalli, todos artistas profissionais comprometidos com a multi-linguagem cênica e com a fusão do circo, da dança, do teatro e da música. Conforme suas especialidades, os integrantes da Trupe também se dividem ministrando aulas de circo, teatro, maquiagem cênica e dança contemporânea.

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