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FOCO ATUALIDADES – Investimento em painéis de energia solar gera economia de 95% na conta de luz

O Brasil é o segundo país com energia mais cara do mundo; sistemas fotovoltaicos é opção para economizar no fim do mês

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Nos últimos dez anos, o preço da energia elétrica no Brasil subiu mais de 80%, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O custo do megawatt-hora passou de R$ 340,90 em 2011 para R$ 622,20 em 2021, e a expectativa dos especialistas é que esse valor continue subindo.

 

“Temos custos de 2021 que ainda não foram repassados para as tarifas. Então devemos ter um aumento acima da inflação em 2022. Quando o novo empréstimo ao setor elétrico começar a ser pago, impactará ainda mais as tarifas. Parte desses custos da crise será neste ano e outras parcelas nos próximos anos”, disse Alexandre Lopes, vice-presidente de energia da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em entrevista para o Estadão.

 

Os valores cobrados pela energia elétrica no Brasil são tão altos, que o país ocupa a segunda posição de tarifas de energia mais caras do mundo, segundo análise da Agência Internacional de Energia (IEA), baseado em números de 2018. E o país pode chegar ao topo do ranking caso o sistema atual se mantenha.

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Para reduzir a despesa com a conta de luz, muitos brasileiros têm investido na instalação de painéis fotovoltaicos, que podem gerar uma economia de até 95% no fim do mês.

 

“A energia solar é considerada a fonte de energia mais barata do mundo e se tornou a opção mais em conta de eletricidade na história”, disse Rosivaldo Pires, proprietário da franquia de sistemas fotovoltaicos Home Store Solar. A empresa possui anos de experiência no mercado solar e atua principalmente na região Norte e Nordeste do Brasil.

 

O maior desafio, no entanto, é o investimento inicial para instalação de todo o sistema, que tem um custo médio de R$ 30 mil. “O que gera esse valor é a necessidade da aquisição de placas solares, mas diversos bancos já possuem um financiamento específico para isso, e a pessoa consegue ter o retorno do investimento em quatro anos. Considerando que as placas têm uma vida útil de 25 a 30 anos, o consumidor terá lucro por mais de 20 anos”, explicou Rosivaldo. Segundo o empresário, a Home Store Solar já realizou mais de 100 projetos nos últimos dois anos no estado do Pará, tanto em áreas residenciais como empresariais, o que mostra o crescente interesse das pessoas por essa modalidade de energia.

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Ainda há muito a ser feito para tornar a energia limpa mais acessível, mas o mundo todo tem trabalhado para isso. O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE), por exemplo, tem o objetivo de cortar custos de usinas de energia solar em 60% até 2030. “Em muitas partes do país, a energia solar já é mais barata do que carvão e outros combustíveis fósseis e, com mais inovação, podemos cortar o custo em mais da metade em uma década”, disse o secretário de Energia dos EUA, Jennifer M. Granholm.

 

Site: www.homestoresolar.com.br

 

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FOCO ATUALIDADES – OEA e Brasil assinam memorando para o crescimento econômico de pequenas empresas

A parceria entre OEA e SEBRAE busca a recuperação econômica pós-pandêmica do Brasil

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Foto: Erivelton Viana /cndl.gov

O governo dos Estados Unidos celebrou, nesta segunda-feira (11), a assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) entre a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Sebrae para implementar a metodologia de Small Business Development Center (SBDC) no Brasil. A parceria busca a recuperação econômica pós-pandêmica do país, intensificando sua relevância na expansão da prosperidade para mais membros da sociedade e o fortalecimento do comércio e investimento, da criação de empregos e inovação.

O MOU concluiu dez anos de negociação, durante os quais recebeu o apoio do secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, e do secretário adjunto para Desenvolvimento Econômico, José Fernandez. O programa é financiado pela Missão dos EUA junto à OEA e implementado pela Universidade do Texas San Antonio (UTSA).

“Temos grandes expectativas que o modelo SBDC trará sucesso aos empreendedores brasileiros, fazendo-os avançar na recuperação pós-pandêmica do país e, assim, incluir uma faixa mais ampla da sociedade nesse crescimento econômico. Esperamos que as micro, pequenas e médias empresas, ao se conectarem à rede global do SBDC, possam encontrar novas oportunidades comerciais para aumentar sua competitividade e ajudar a aumentar suas vendas nas Américas e no exterior”, afirmou o encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA, Douglas Koneff.

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O presidente do Sebrae, Carlos Melles, ressaltou que os EUA sempre foram um modelo de desenvolvimento para o Brasil e um parceiro comercial importante. “É com grande alegria que fechamos essa parceria porque temos certeza de que vamos agregar muita competitividade e bons resultados aos negócios brasileiros. O Sebrae dará as melhores condições possíveis para a execução desse projeto. Há vinte anos, queríamos formalizar a mão de obra no Brasil. Hoje, não basta só formalizar, temos que capacitar, dar crédito, impulsionar a atuação com Agentes Locais de Desenvolvimento e Inovação”, frisou.

O evento contou com a participação de representantes da OEA, do Departamento de Estado dos EUA e do Sebrae.

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