BRASÍLIA

Atualidades

FOCO ATUALIDADES -Pesquisa revela a relação dos brasileiros com os jogos

Publicados

FOCO ATUALIDADES

Pesquisa revela a relação dos brasileiros com os jogos

Uma recente pesquisa revelou dados interessantes sobre a relação do brasileiro com o jogo. O tema, em alta com a tramitação do projeto de lei que legaliza jogos no Brasil, motivou o escritório Jantalia Advogados a encomendar a pesquisa pelo conceituado Instituto Listen, atuante há mais de 20 anos no mercado.

Entre 20 e 27/06/2022 foram entrevistadas 1.200 pessoas dos 26 estados e do Distrito Federal, sendo 51,6% mulheres e 48,4% homens. Considerando a relação dos entrevistados com o jogo ou aposta que podem dar prêmios em dinheiro como loteria, jogo do bicho, bingo ou aposta esportiva 35,3% responderam jogar, 61,8% afirmaram não realizar nenhum desses jogos e 3% não souberam avaliar. Destes, não realizam jogos 82,8% dos evangélicos e 53,9% dos católicos.

Acerca da frequência com que jogam, 45,6% afirmaram jogar eventualmente, 25,3% com muita frequência e 25,5% jogam raramente e 3,5% não souberam informar.

Questionados sobre a legalização dos jogos, 31,6% afirmaram ser totalmente contra; 22,2% totalmente a favor; 19,8% disseram ser indiferentes; 15,9% afirmaram ser a favor, dependendo do jogo e 10,6% não souberam responder. Dos entrevistados, 43,7% das mulheres disseram ser totalmente contra a legalização e também contrários se posicionaram 28,7% dos homens.

Leia Também:  Foco Atualidades! Governo sanciona marco legal do saneamento nesta quarta-feira(15)

Dos entrevistados contrários à legalização, 23,6% acreditam que aumentará o vício no jogo; 19,9 % acreditam que aumentará a criminalidade; 16,5% temem que aumentem as possibilidades de lavagem de dinheiro; 12,8% acreditam que faltará fiscalização do governo; 5,9% apontam que são contrários à legalização por motivo religioso; 5,5% são contra porque consideram os jogos ruins; 5% apontam outras razões e 10,8% não souberam justificar o motivo de serem contra a legalização dos jogos.

A pesquisa apontou que 54,2% dos entrevistados acreditam que a legalização aumentará muito o vício no jogo; 18,8% acreditam que aumentará apenas um pouco; 17,3% não concorda que a legalização aumentará o vício e 9,8% não souberam responder.

Sobre os benefícios que a legalização dos jogos poderia trazer, 44,9% disseram não acreditar, 35,7% concordam que haveria benefícios e 19,4% não souberam avaliar.

Questionados sobre a motivação para jogar após a legalização, 67,8% afirmaram que não teriam interesse, 20,7% afirmaram que a legalização despertaria interesse e 11,6% não souberam responder.

A pesquisa contemplou as opiniões considerando sexo, região, idade, renda familiar, escolaridade, religião, entre outros pontos.

Leia Também:  Foco nas oportunidades! EBC abre 2º processo seletivo para estágio com vagas para Brasília e Rio.

A pesquisa

Os olhares, no momento, estão voltados para o mercado brasileiro, que pode representar cerca de R$ 2.3 bilhões já em 2024, segundo estimativa recente. O advogado e dono do escritório responsável pela pesquisa, Fabiano Jantalia, ressalta que o avanço de movimentos da legislação brasileira na direção de permitir a exploração de loterias estaduais, a partir da decisão que o Supremo Tribunal Federal tomou em 2021, já demonstra benefícios.

“O interesse do brasileiro pelos jogos é muito grande, assim como o potencial de arrecadação, que também é imenso, principalmente porque os jogos não carreiam em si nenhum tipo de nocividade, prejuízo ou problemas para a coletividade. Então esse movimento crescente de aprovação de leis sobre loterias estaduais é a maior demonstração de que legalizar os jogos no Brasil é um caminho seguro, viável e potencialmente benéfico para a sociedade brasileira.”

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

FOCO ATUALIDADES

FOCO ATUALIDADES – OEA e Brasil assinam memorando para o crescimento econômico de pequenas empresas

A parceria entre OEA e SEBRAE busca a recuperação econômica pós-pandêmica do Brasil

Publicados

em

 

Foto: Erivelton Viana /cndl.gov

O governo dos Estados Unidos celebrou, nesta segunda-feira (11), a assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) entre a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Sebrae para implementar a metodologia de Small Business Development Center (SBDC) no Brasil. A parceria busca a recuperação econômica pós-pandêmica do país, intensificando sua relevância na expansão da prosperidade para mais membros da sociedade e o fortalecimento do comércio e investimento, da criação de empregos e inovação.

O MOU concluiu dez anos de negociação, durante os quais recebeu o apoio do secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, e do secretário adjunto para Desenvolvimento Econômico, José Fernandez. O programa é financiado pela Missão dos EUA junto à OEA e implementado pela Universidade do Texas San Antonio (UTSA).

“Temos grandes expectativas que o modelo SBDC trará sucesso aos empreendedores brasileiros, fazendo-os avançar na recuperação pós-pandêmica do país e, assim, incluir uma faixa mais ampla da sociedade nesse crescimento econômico. Esperamos que as micro, pequenas e médias empresas, ao se conectarem à rede global do SBDC, possam encontrar novas oportunidades comerciais para aumentar sua competitividade e ajudar a aumentar suas vendas nas Américas e no exterior”, afirmou o encarregado de Negócios da Embaixada dos EUA, Douglas Koneff.

Leia Também:  FOCO ATUALIDADES-Autismo estreia no Censo; conheça os direitos da pessoa com TEA

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, ressaltou que os EUA sempre foram um modelo de desenvolvimento para o Brasil e um parceiro comercial importante. “É com grande alegria que fechamos essa parceria porque temos certeza de que vamos agregar muita competitividade e bons resultados aos negócios brasileiros. O Sebrae dará as melhores condições possíveis para a execução desse projeto. Há vinte anos, queríamos formalizar a mão de obra no Brasil. Hoje, não basta só formalizar, temos que capacitar, dar crédito, impulsionar a atuação com Agentes Locais de Desenvolvimento e Inovação”, frisou.

O evento contou com a participação de representantes da OEA, do Departamento de Estado dos EUA e do Sebrae.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

FOCO NAS NOTÍCIAS

FOCO ATUALIDADES

FOCO CIDADES

EMPREENDEDORISMO

CULTURA E EVENTOS

SAÚDE E BEM ESTAR

MAIS LIDAS DA SEMANA