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FOCO NA EDUCAÇÃO – Candidatos foram convocados por engano para reaplicação do Enem 2021 e Inep explica situação

Alguns, mesmo sem precisar, decidiram responder novamente as questões da prova  

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O primeiro dia de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 em todo país foi realizado no último domingo (9), para os candidatos que tiveram alguma questão prevista em edital que impossibilitou a participação no exame na data regular. Eles puderam fazer o exame que é a maior porta de entrada para o ensino superior do país. Porém, o que chamou atenção foi a convocação dos estudantes que já tinham participado da avaliação em novembro. O chamado foi feito mesmo sem o participante ter tido algum imprevisto ou solicitado a reaplicação. Alguns, mesmo sem precisar, decidiram responder novamente as questões do Enem.

Foi o caso do estudante Nicolas Danyllo Teixeira Pereira. Em entrevista ao Jornal Bom Dia SP, da Rede Globo, Nicolas explicou que fez as provas na modalidade digital em novembro, não teve problemas, mas recebeu comunicado do Inep de que teria que participar da reaplicação.

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“Como ninguém conseguiu me explicar se eu ficaria com ou sem a nota do Enem que eu já tinha feito em novembro, eu achei melhor refazer a prova. Eu mandei mensagem para pessoas que fizeram o Enem Digital comigo e eles disseram que também foram convocados, mesmo sem terem feito o pedido para realizar a prova novamente”, contou o estudante.

Em nota, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) explicou que 880 estudantes que fizeram as provas em novembro de 2021 também receberam comunicados direcionados aos candidatos inscritos para fazer a prova em 2022. “Em função disso, o Inep realocou os participantes para a reaplicação do exame. Nenhum dos inscritos será prejudicado e todos terão a oportunidade de realizar as provas pois se enquadram nos casos de prejuízos logísticos, conforme previsto nos editais do Enem 2021”, explica o órgão.

A nota segue dizendo que “os participantes que devem fazer as provas em 9 e 16 de janeiro foram comunicados individualmente pelo Inep. Caso ele não participe da aplicação, valerá o resultado das provas realizadas em novembro de 2021”.

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Reaplicação registrou abstenção de 66,8%

O Inep também divulgou, nesta terça-feira (11), o balanço da participação dos inscritos no primeiro dia de reaplicação das provas do Enem 2021. Ao todo, 112.931 compareceram, representando 33,2% dos 340.659 inscritos para essa aplicação. Os outros 227.728 de ausentes representam 66,8%. Os dados, segundo órgão, são preliminares, tendo em vista que os números conclusivos dependem da apuração definitiva do consórcio aplicador.

Ainda de acordo com o Inep, foram registrados 76.535 (27,3%) presentes dos 280.146 isentos da taxa de inscrição que faltaram ao Enem 2020 e se inscreveram em setembro, após nova oportunidade. Além disso, 2.206 (35,1%) dos 6.286 participantes que tiveram o pedido aceito para reaplicação fizeram as provas. O Enem também foi aplicado para 34.190 (63%) dos 54.227 inscritos no exame para as Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL) 2021.

 

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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FOCO NA EDUCAÇÃO – Mulheres na Engenharia correspondem a 15% dos profissionais da área

Elas lutam por maior visibilidade, inclusão, igualdade de tratamento e oportunidades

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Anualmente, o dia 23 de junho é reservado para celebrar o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia. A data, criada pela organização Women’s Engineering Society (WES) do Reino Unido, tem como objetivo fortalecer o espaço que as engenheiras vêm ganhando na profissão, antes majoritariamente ocupada por homens.

Embora o papel das mulheres na sociedade seja extremamente importante, os preconceitos que ainda enfrentam quando se trata de assumir responsabilidades e cargos de confiança ainda são ensurdecedores.

  • A luta por maior visibilidade, inclusão, igualdade de tratamento e oportunidades de formação profissional continua no topo da agenda das mulheres engenheiras. O maior desafio hoje é quebrar o preconceito contra seu envolvimento em canteiros de obras e em cargos de liderança. Nanci Walter, Engenheira Ambiental e Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) do Rio Grande do Sul, considera que estar neste cargo é uma conquista mas, acima de tudo, é um ato representativo.

“Numa profissão onde a presença dos homens é predominante, ser mulher é um desafio diário. Ser a primeira mulher a presidir um conselho regional é ainda maior. Então eu entendo a minha responsabilidade ao ocupar este cargo, que há 87 anos vem sido gerido apenas por homens. Então ter esse dia para simbolizar e lembrar que sim, as mulheres podem exercer a profissão que quiserem e que, assim como os homens, contribuem para a construção do nosso país, é válida e extremamente pertinente”, pontua.

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Tradicionalmente ocupada por homens, a área da engenharia vem, ao longo dos anos, ganhando cada vez mais adeptas. De acordo com uma recente pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea), o percentual de mulheres registradas como engenheiras no Brasil corresponde a 19,3% (199.786 mulheres engenheiras) do total de 1.035.103, no país.

Mas apesar do dado significativo no cenário total, a participação feminina entre os profissionais ativos na área é de apenas 15%. A posição de mulheres na área de conhecimento e no campo de trabalho da Engenharia permanece especial e excepcional e, aos poucos, rompe o padrão de gênero presente na profissão.

Então, falar sobre igualdade de gênero, equidade salarial e a indiferença na engenharia continua sendo um tópico de preocupação. Sendo assim, ampliar e fortalecer o espaço das mulheres na profissão é uma grande missão, tanto em outros países quanto no Brasil.

Para a presidente do CREA/RS, o passo fundamental para um caminho bem sucedido na área é, acima de tudo, jamais abandonar o sonho. “Desistir não está no vocabulário de quem escolhe a engenharia. Todos os dias é um novo desafio e quem escolhe essa carreira vai encontrar alegria na profissão. É preciso ouvir essa nova geração para aprender e entender como as coisas funcionam e, assim evoluir, pois, a nova geração não vai ser o amanhã, ela já é o hoje”, declara Nanci.

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Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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