BRASÍLIA

Educação

FOCO NA EDUCAÇÃO – Seleção de estágio da Ambev está com inscrições abertas; saiba como participar

Interessados têm até 30 de junho para participar do processo seletivo

Publicados

FOCO NA EDUCAÇÃO

Estudantes interessados em participar do processo seletivo para o Estágio Técnico da Ambev já podem se inscrever. Podem participar estudantes do nível técnico das áreas de mecânica, elétrica, automação e eletromecânica. As inscrições seguem até o dia 30 de junho através do site do programa.

O estágio na área técnica visa capacitar profissionais para operar equipamentos e realizar manutenção para proporcionar maior qualidade na produção da companhia, bem como tem objetivo social que vai além das contratações, transformar a indústria em um ambiente cada vez mais diverso e inclusivo.

Os estudantes selecionados no processo seletivo vão receber bolsa-auxílio compatível com o mercado, terão direito a plano de saúde e a possibilidade de efetivação ao final do programa. Durante a inscrição o estudante deve selecionar a região onde reside e preencher o formulário para o processo seletivo.

Bolsa de estudo para cursos técnicos

Mensalidades mais baratas, conteúdos com maior foco na formação prática e tempo de conclusão de até dois anos são alguns dos pontos positivos que fazem dos cursos técnicos opções de que quem quer se profissionalizar para ingressar rapidamente no mercado de trabalho.

Leia Também:  FOCO NA EDUCAÇÃO! Medalha de ouro: estudantes brasileiros vencem olimpíada de Astronomia

Para isso, existem bolsas de estudo para cursos técnicos que podem cobrir até 70% da mensalidade do curso através do Educa Mais Brasil. O programa de inclusão educacional mantém parceria com as melhores instituições de ensino em todo o país.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

FOCO NA EDUCAÇÃO

FOCO NA EDUCAÇÃO – Banda de rock lança música com a linguagem neutra

No contexto educacional, a linguagem neutra ainda é considerada um desvio da norma padrão

Publicados

em

De carona na linguagem neutra, a música “Namorade”, mais recente lançamento da banda Velhas Virgens, foi pensada para naturalizar o afeto entre as diferentes orientações de gênero, exaltadas nessa terça-feira, 28, data em que o mundo comemora o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

“Porque, afinal de contas, importante é afabilidade, fraternidade, afinidade, interesse, romance, lance, fidelidade… fe-li-ci-da-de! E tudo isso termina com “e”, como Namorade”, defende a banda que nasceu na década de 80. Os tempos eram outros, mas para Alexandre Cavalo, compositor da canção ao lado de Paulão de Carvalho, o artista não deve ficar preso ao passado. Por isso, no decorrer dos anos, a banda vem se atualizando e compreendendo sua responsabilidade para lidar com determinados temas.

“O artista não pode se dar ao luxo de ficar preso ao passado. O mundo muda e precisa de uma combatividade. Cabe ao artista também dar um passinho para frente para entender melhor o que está acontecendo com o mundo no atual contexto e todos esses movimentos que são importantes”, avalia Alexandre. O músico defende ainda que inserir temas como a linguagem neutra muito utilizada por membros da comunidade LGBTQIA+ cumpre o papel de naturalizar a vivência dessas pessoas.

“Estamos em 2022 e isso já deveria estar bastante claro na cabeça das pessoas. Acredito que deveria ser visto com naturalidade e não ter uma briga por conta disso. A pessoa é o que ela é ou quiser ser e não há nada de errado. A pessoa não tem que se prender a uma coisa em que ela não se sente bem com isso”, reflete.

A banda Velhas Virgens é composta por, além de Alexandre e Paulão, Juliana Kosso, Tuca Paiva, Simon Brow e Fil Cirilo. O single “Namorade” tem ainda a produção de Gabriel Fernandes. O lançamento ficou por conta de Gabaju Recorde e 74E. Já a capa tem arte de Juliana de Vechi, que misturou cores da bandeira da comunidade não-binária. A canção pode ser ouvida nas principais plataformas de streaming e no YouTube.

Leia Também:  FOCO NA EDUCAÇÃO - Fies divulga lista de pré-selecionados nessa sexta-feira (18)

Linguagem neutra nos vestibulares

A professora de redação Letícia Flores explica que a Língua Portuguesa, assim como qualquer outra língua, é um código, e a linguagem neutra é um código que serve aos falantes no processo de comunicação. “Se a língua serve ao falante, ela vai evoluindo, se transformando de acordo com a necessidade das pessoas. Por isso, é natural que a linguagem neutra ganhe força”, afirma.

No contexto escolar, a professora de redação acredita que é questão de tempo para que professores passem a falar sobre a linguagem neutra nas salas de aula. “Na minha opinião, o caminho é esse. Os professores vão precisar de um didatismo para ficar claro para esses jovens, e até mesmo para os pais, que é dever do professor, em seu papel social, não só transmitir conteúdo, mas de apresentar e explicar a ocorrência da linguagem neutra na nossa língua. Agora, esse conteúdo não pode chegar na sala de aula de qualquer forma. Isso tem que ser planejado porque essa linguagem ainda é considerada um desvio da norma padrão”, salienta a profissional.

Em vestibulares, como Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a professora explica que a correção da redação está submetida à norma padrão da Língua Portuguesa. Nesse caso, a linguagem neutra ainda é vista como desvio de linguagem, um vício da norma padrão, e tratando-se de uma prova o aluno está submetido às normas padrões da língua.

“Pode ser que o aluno perca ponto por usar a linguagem neutra no Enem. A penalização de cada competência acontece de 40 em 40 pontos, então você vai de 0 a 200 para cada competência e vai somando de acordo com a qualidade textual em relação a essas competências. Na dúvida, é melhor não arriscar”, defende a professora.

Leia Também:  FOCO NA EDUCAÇÃO! Medalha de ouro: estudantes brasileiros vencem olimpíada de Astronomia

Linguagem neutra e linguagem inclusiva

“Elu”, “ile”, “amigue”, “namorade” e “todxs”. Se em algum momento você passar por termos como esse, a intenção da mensagem é incluir todos os públicos através da linguagem neutra, mais utilizada por pessoas da comunidade LGBTQIA+, em especial, as que identificam com o gênero neutro ou não-binário – ou seja, pessoas que não se sentem representadas por estereótipos do gênero masculino ou feminino. Não há, então, uma “binariedade”, podendo transitar entre ambas as expressões e identidade de gênero. Há quem se sente bem e atende tanto pelos pronomes femininos ou masculinos e há quem defenda adaptação da língua portuguesa.

Já a linguagem inclusiva não tem como finalidade a modificação das palavras. A intenção aqui é eliminar traços sexistas na comunicação. Um exemplo disso é quando o gênero masculino é considerado o correto para identificar um determinado grupo, mesmo ele sendo também composto por mulheres. É comum nesses casos se falar, como por exemplo, “boa noite a todos e a todas”.

A linguagem inclusiva também pode ser feita a partir da inclusão de termos que se refiram à coletividade, como aponta o portal Politize!.

  • Por exemplo: usar “a juventude” ao invés de “os jovens”, “pessoas beneficiárias” ao invés de “beneficiários”, “diretoria” ao invés de “os diretores”, etc.
  • Escolher substantivos que representam instituições ao invés de indivíduos: “classe política” ao invés de “os políticos”, “população indígena” ao invés de “os índios”, “poder judiciário” ao invés de “os juízes”, etc.
  • Reformular tempos verbais para que as frases sejam mais inclusivas e menos sexistas: “se tiver uma melhor formação, a polícia será menos racista” ao invés de “se os policiais tivessem uma formação melhor, o racismo diminuiria”, etc.

 

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

FOCO NAS NOTÍCIAS

FOCO ATUALIDADES

FOCO CIDADES

EMPREENDEDORISMO

CULTURA E EVENTOS

SAÚDE E BEM ESTAR

MAIS LIDAS DA SEMANA