BRASÍLIA

FOCO NA EDUCAÇÃO

Foco na Tecnologia! Campanha na NASA

Publicados

FOCO NA EDUCAÇÃO

Por D´Roza Alô. É da terra? Quando o “rover Perseverance” pousou na superfície marciana em 18 fevereiro de 2021, também chegaram ao planeta vermelho quase 11 milhões de nomes de terráqueos a bordo. Se o seu, não está entre eles, fique atento, poisa Nasa já abriu inscrições para quem quiser “aterrissar” em Marte na próxima missão prevista para 2026. A campanha “Send Your Name to Mars”, da agência espacial, convidou pessoas de todo o mundo a enviarem seus nomes para viajarem no rover. Foram cadastrados 10.932.295 nomes. Desses, do Brasil foram mais de 80 mil nomes. Eles agora estão na superfície de Marte, escritos em três chips, do tamanho de uma unha, a bordo do Perseverance. Engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA gravaram os nomes nos chips usando um feixe de elétrons. A máquina de “feixe E” usada permite a gravação de caracteres muito pequenos: menos de 1 mícron, bem menor do que a largura de um cabelo humano. O equipamento normalmente é usado na fabricação de itens de alta precisão. Com os quase 11 milhões de nomes, também foram incluídas as redações dos 155 finalistas no concurso de redação “Name the Rover” da Nasa. Os chips foram montados em uma pequena placa fixada no centro da viga mestra da popa do Perseverance, onde são visíveis para as câmeras no mastro do rover. Se você perdeu essa oportunidade de ter o nome brilhando no planeta vermelho, ainda pode se inscrever para enviar o seu na futura missão a Marte, prevista para julho 2026. Corre lá e cadastre seus dados no site da Nasa. Eu já fiz a minha! Fonte:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/2021/03/10/quase-11-milhoes-terraqueos-ja-tem-seus-nomes-em-marte-veja-como-enviar-o-seu

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Foco na educação! Clique Escola reúne informações relevantes para a comunidade escolar
Propaganda

FOCO NA EDUCAÇÃO

FOCO NA EDUCAÇÃO – Escrita de trabalhos acadêmicos não deve ser vista como algo extremamente complicado

Professor explica que sensação tem origem em bloqueios mentais

Publicados

em

Estar sempre acima da média e se destacar na turma, cobranças externas e internas, prazos apertados e
o desejo de corresponder à logica de produtividade constante são pontos que deixam o universo
acadêmico, por vezes, adoecedor. Uma pesquisa publicada na revista cientifica Nature aponta que
estudantes de pós-graduação, por exemplo, possuem seis vezes mais chances de desenvolver quadros
de depressão e ansiedade do que o restante da população. Quanto mais próximo da escrita de trabalhos
de conclusão de curso, o temido TCC, ou de teses e dissertações, esse quadro de ansiedade pode tomar
conta dos estudantes. “E, em geral, a pressão fica maior conforme o aumento da titularidade”, destaca
o professor e especialista em metodologia do ensino superior Paulo Eduardo de Oliveira.
O acadêmico explica ainda que essas questões podem ser desencadeadas pela natureza do processo de
escrita, que é, muitas vezes, solitário. “Só quem vai estar na conduta principal da construção desse
documento é o aluno. Então, o que observo é uma tensão gigante nesse momento. O que não deveria
ser, mas acredito que acontece porque a fase do TCC, por exemplo, é repleta de mitos: que é muito
difícil, que os alunos não darão conta ou que precisa ser extremamente conclusivo”, analisa o docente.

Com mais de 30 anos de experiência em bancas avaliadoras e ministrando disciplinas das áreas de
metodologia científica, Paulo avalia que essa tensão também resulta no que se pode classificar como
bullying acadêmico. Cometido entre os próprios alunos ou presente na relação entre orientando e
orientador, o bulliyng é perceptível, por exemplo, no constrangimento com aquela pessoa que pergunta
demais, muitas vezes classificada como chata e inconveniente, ou na postura “casca grossa” de
determinados professores que desacreditam na capacidade intelectual do aluno.
“Ai chegamos a um bloqueio mental – algo da ordem cognitiva mesmo – que impede os alunos de
transformarem o pensamento abstrato em concreto. Ou seja, não saber colocar no papel tudo aquilo
que aprenderam no decorrer do curso e que são capazes de fazer. ‘Professor, não consigo começar o
meu TCC’ ou ‘professor, começo e divago e travo’ são coisas que já escutei muito”, conta Paulo que
procura difundir metodologias a favor do desbloqueio mental a partir de planejamento de pesquisas
que basicamente começa com perguntas. “Até porque na ciência tudo é categorizado”, acrescenta.
É através de uma postura motivacional com os alunos que orienta que Paulo foge da lógica acadêmica
carrasca e tenta desmistificar junto aos estudantes crenças limitantes bem características nos ambientes
de produção acadêmica e científica. “Não tem nada de anormal na produção de um texto para a

Leia Também:  FOCO NA EDUCAÇÃO -Inscrições para a Olimpíada Brasileira de Matemática Nível A estão abertas

Mais Educação em Pauta

Fernanda Carvalho – (71) 9 8152 – 6267 – fernanda.carvalho@educamaisbrasil.com.br
academia. Eu trabalho isso até em minhas palestras tentando quebrar essa ideia de que fazer ciência é
difícil e trabalhosa. Nós só temos que ir além dos nossos bloqueios mentais”, afirma.
Metodologia da pesquisa ao alcance de todos
Além da postura motivacional, o professor Paulo também tem se debruçado ao longo desses anos em
pensar maneiras de eliminar o “academiquês” que mais confunde do que contribui no ambiente das
faculdades. Como resultado de suas pesquisas, ele escreveu o livro Metodologia da Pesquisa ao Alcance
de Todos.
Direcionada para estudantes de graduação e pós-graduação que estão em fase de elaboração dos seus
projetos de pesquisa, a publicação demonstra de forma prática que a pesquisa científica é a relação
entre uma pergunta e uma resposta. “O livro é escrito de modo bem acessível para que os estudantes
entendam como diferenciar tema de problema, problema de problemática e identificar as questões
norteadoras de sua pesquisa, além de abordar métodos de investigação e de coleta dos dados”, finaliza
o professor, acrescentando que a obra inspirou a escrita de outras três, além de servir de base para a
realização de mentorias com mestrandos e doutorandos.
Rompendo o clico da ansiedade na escrita do TCC
Em entrevista para a Agência de Notícias Mais Educação em Pauta, da plataforma de bolsas de estudo
Educa Mais Brasil, o psicólogo Sérgio Manzione explica que a ansiedade é uma reação que se tem diante
de uma ameaça ou do desconhecido, e é quando o organismo se prepara para duas ações básicas: lutar
ou fugir. Conforme pontua o profissional, a ansiedade pode ser considerada normal quando acaba ao
mesmo tempo que a situação que a causou. Ou seja, no caso dos estudantes, ela deve sumir quando se
conhece o resultado de um trabalho acadêmico.
No entanto, existe outro tipo, a ansiedade generalizada, que muitas vezes tem causas diversas e nem
sempre definida. “Ansiedade não escolhe as pessoas, ela não vê se a pessoa é baixa, rica, pobre… é
importante frisar que não adianta tomar o chazinho que a vizinha fez, o remédio que a prima toma, não
funciona assim. Cada pessoa é diferente e deve buscar um diagnóstico correto e ajuda profissional”,
sinaliza o psicólogo.
Para aqueles que estão com comportamento ansioso porque estão nesse momento de produção
acadêmica, o psicólogo Manzione indica caminhos que podem contribuir para o bem-estar nesse
período. Confira:

Leia Também:  FOCO NA EDUCAÇÃO-Cartilha de orientação para o Enem 2021 é divulgada pelo Inep

Mais Educação em Pauta

Fernanda Carvalho – (71) 9 8152 – 6267 – fernanda.carvalho@educamaisbrasil.com.br

1. Aprenda mais sobre você
2. Entenda que ninguém é perfeito
3. Pare de se culpar
4. Domine o pânico
5. Viva o presente
6. Escolha o lado positivo
7. Tenha um projeto de vida

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

FOCO NAS NOTÍCIAS

FOCO ATUALIDADES

FOCO CIDADES

EMPREENDEDORISMO

CULTURA E EVENTOS

SAÚDE E BEM ESTAR

MAIS LIDAS DA SEMANA