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9 mitos e verdades sobre alimentos emagrecedores

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9 mitos e verdades sobre alimentos emagrecedores
Redação EdiCase

9 mitos e verdades sobre alimentos emagrecedores

Especialistas esclarecem questões sobre alimentos que prometem ajudar a eliminar peso

Além de investir na prática de exercícios físicos, aqueles que pretendem emagrecer ou eliminar gordura na região abdominal também precisam ter uma alimentação balanceada. Para isso, é necessário conhecer as características nutricionais dos alimentos que serão ingeridos.  

A seguir, Eliana de Aquino Bonilha, nutricionista e professora da área da saúde, e Roseli Rossi, nutricionista especializada em nutrição funcional, esclarecem os mitos e verdades referentes aos alimentos que são considerados “mocinhos” e “vilões” da dieta. 

1. Sopas e shakes emagrecem?

Não exatamente! A nutricionista Eliane de Aquino Bonilha explica que sopas e shakes podem ser utilizados para substituir refeições muito calóricas, mas que não colaboram com a perda de peso a longo prazo.  

2. Iogurtes probióticos diminuem a barriga?

Não exatamente! A nutricionista Roseli Rossi comenta que esses iogurtes até diminuem a barriga, mas só aquela que está inchada devido ao acúmulo de fezes. “Esses produtos não combatem a gordura da barriga, apenas contribuem para o funcionamento do intestino”, complementa. 

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3. Chás ajudam a emagrecer?

Sim, porém não é qualquer chá . “Somente o chá-verde (acelera o metabolismo) e o de hibisco (diurético) auxiliam no processo de emagrecimento”, responde Roseli Rossi. Ela explica que esses chás têm uma substância chamada lipozene, que quebra a gordura dos alimentos que ingerimos. 

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4. Uma alimentação rica em fibras ajuda a perder a barriga?

Sim! Eliane de Aquino Bonilha esclarece que uma alimentação pobre em fibras pode resultar em prisão de ventre, o que, consequentemente, aumenta a barriga. Por isso, o consumo de fibras ajuda a diminuir o volume do abdome. Entretanto, ela alerta: “o excesso de fibras causará outro incômodo: a flatulência, ou seja, a formação de gases”. 

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5. Barrinha de cereal ajuda a emagrecer?

Não exatamente! “Emagrecer significa comer menos e gastar mais. A barrinha pode fazer parte de uma dieta balanceada para substituir um lanche, pois ela é rica em fibras e consegue trazer a sensação de saciedade. Entretanto, ela só auxilia no emagrecimento se estiver combinada com uma dieta balanceada”, explica Roseli Rossi. 

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6. A cerveja é inimiga de quem deseja um abdome chapado?

Sim, e as outras bebidas alcoólicas também. “Todas têm alto teor calórico, por isso, fazem a barriga crescer. Sem falar que causam flacidez e celulite, pois o álcool estimula a produção de radicais livres”, alerta a nutricionista Roseli Rossi. 

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7. É melhor trocar o açúcar pelo adoçante?

Sim! Isso porque o açúcar faz com que o organismo acumule gordura na barriga, já o adoçante, não. “O adoçante não contém teor calórico e, por isso, não há como o organismo acumular gordura”, exemplifica Roseli Rossi. 

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8. Refrigerante diet/light ajuda a perder barriga?

Não exatamente! A nutricionista Eliane de Aquino Bonilha concorda que refrigerantes diet/light têm baixo teor calórico. Porém, ela dá um aviso: “quando uma pessoa consome o refrigerante na refeição, ela tem a sensação de que há espaço no estômago, o que pode fazer com que ela coma mais do que deveria. Consequentemente, essa ação aumentará o peso e a barriga”. 

9. Trocar o açúcar branco pelo mascavo é uma boa alternativa para emagrecer?

Não exatamente! O açúcar mascavo tem menos calorias do que o açúcar branco, porém seu poder adoçante é menor. “Para dar o mesmo sabor do açúcar comum, nós usamos uma quantidade muito maior do mascavo”, alerta Eliane de Aquino Bonilha. A nutricionista lembra que a melhor alternativa para emagrecer é diminuir a quantidade do uso de qualquer açúcar. 

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Fonte: IG SAÚDE

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Número de estupros de LGBTQIA+ cresceu 88% em 2021

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Os crimes de estupro contra a população LGBTQIA+ cresceram 88,4% entre os anos de 2020 e 2021, revelou hoje (28) o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, documento elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Em números absolutos, o registro dos estupros passou de 95 notificações em 2020 para 179 no ano passado. O número real de casos, no entanto, deve ser ainda maior porque foram computadas apenas as informações fornecidas pelas secretarias de Segurança Pública estaduais e pelas polícias.

O balanço, por exemplo, não computa dados de estados como São Paulo, Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que não forneceram ou não dispõe de informações detalhadas sobre o tema. Além disso, há que se considerar também a subnotificação dos casos já que muitas pessoas não registram a violência das quais foram vítimas.

Na contramão dos dados nacionais que revelaram queda no número de mortes intencionais, os assassinatos de pessoas LGBTQIA+ registraram crescimento de 7,2% no ano passado. Em 2020, o balanço computou 167 homicídios dolosos [intencionais] contra essa população. Em 2021, foram computadas 179 mortes. O número deve ser ainda maior já que diversos estados deixaram de divulgar essas informações.

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Outro crime que também apresentou alta estatística foi a lesão corporal dolosa contra as pessoas LGBTQIA+, que passou de 1.271 notificações para 1.719, um crescimento de 35,2%.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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