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Água engarrafada tem prazo de validade? Entenda!

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Validade impressa diz respeito a garrafas pet, dizem especialistas
Pixabay 27.04.2022

Validade impressa diz respeito a garrafas pet, dizem especialistas

Ao comprar uma garrafa de água, você já deve ter percebido que na embalagem vem estampado o prazo de validade. Provavelmente, pairou sobre a sua cabeça a seguinte dúvida: “A água tem validade?”.

A água não tem validade. No ambiente natural, ela pode permanecer por vários anos ainda potável. O prazo de validade impresso tem a ver com a garrafa, que muitas vezes é de plástico. Com o passar do tempo, a embalagem libera substâncias químicas ou entrar em decomposição.

Com o passar do tempo, o plástico começa a liberar microplásticos, minúsculos fragmentos que podem fazer mal a saúde, de acordo com estudos científicos.

Oscilações de temperatura e armazenamento inadequado de garrafas de água podem intensificar o processo de decomposição do plástico. Isso pode, inclusive, alterar o sabor e o cheiro da água. Sabemos que a água potável não possui cheiro ou sabor.

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No Brasil, a regulamentação determina os prazos de validade que devem constar nas garrafas de água. De acordo com a legislação, se a embalagem for de plástico, a validade é de apenas 1 ano após o envase. Se a garrafa for de vidro, a validade aumenta para 2 anos.

O prazo de validade de água gaseificada, é menor: seis meses quando a garrafa é de plástico e um ano quando a embalagem é de vidro. Após aberta, a recomendação é consumir o líquido em até duas semanas.

Até os galões de plástico — 10 e 20 litros — também têm validade. Neste caso, eles podem ser reutilizados por até três anos.

Fonte: IG SAÚDE

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Polícia prende suspeitos de assassinar perito papiloscopista

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu ontem (15) quatro suspeitos de envolvimento no assassinato do perito papiloscopista da Polícia Civil Renato Couto de Mendonça, que era lotado no Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP). Entre os presos, dois são sargentos e um é cabo da Marinha.

Os quatro foram presos em flagrante, mas o corpo ainda não foi encontrado. A suspeita é que tenham sido jogado no Rio Guandu, em Japeri, na Baixada Fluminense. A corporação está fazendo buscas no local.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, a vítima teve uma desavença com o dono de um ferro-velho na Praça da Bandeira, zona norte do Rio de Janeiro. O filho do proprietário, que é militar da Marinha, sequestrou o agente com a ajuda de colegas, utilizando uma viatura da Marinha.

Os presos serão autuados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Em nota, a Marinha do Brasil informou que tomou conhecimento da ocorrência com uma vítima fatal na noite de sábado (14), envolvendo militares da ativa do Comando do 1º Distrito Naval. Segundo a Marinha, o caso é objeto de inquérito policial no âmbito da Justiça comum.

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“Os militares envolvidos foram presos em flagrante pela polícia e responderão pelos seus atos perante a Justiça. A Marinha do Brasil lamenta o ocorrido, se solidariza com os familiares da vítima e reitera seu firme repúdio a condutas e atos ilegais que atentem contra a vida, a honra e os princípios militares”.

A Marinha informou também que está colaborando com as investigações e abriu um inquérito policial militar para apurar as circunstâncias da ocorrência.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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