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Barrinhas de cereais nem sempre são saudáveis

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Barrinhas de cereais nem sempre são saudáveis
Redação EdiCase

Barrinhas de cereais nem sempre são saudáveis

Elas são ótimas opções para o lanche, mas é preciso saber escolher corretamente

Há algum tempo as barrinhas de cereais caíram no gosto das pessoas que estão de dieta. Práticas, elas não precisam de refrigeração, cabem em qualquer cantinho da mochila e, muitas vezes, se mostram como uma boa opção de lanche mais leve. Mas até que ponto elas são realmente saudáveis?

“As barras de cereais são ricas principalmente em fibras e carboidratos”, afirma a nutricionista Andréia Ceschin de Avelar. Segundo ela, as fibras ajudam a regular o funcionamento intestinal, já os carboidratos dão a energia necessária para realizar uma atividade física, por exemplo.

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Barrinhas de cereais são saudáveis, mas não exagere

A variedade de sabores parece infinita: brigadeiro, chocolate com morango, banana com mel, coco, frutas vermelhas, avelã com castanha, entre tantas outras. De acordo com a nutricionista, geralmente a composição nutricional das barrinhas é realizada por meio de um cálculo dos ingredientes, feito por um profissional de nutrição.

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Qual é a quantidade ideal de consumo ?

Dessa forma, apresentam-se como um bom alimento entre as refeições. No entanto, ela alerta: “O consumo ideal é de uma a duas barras de cereais por dia. Mais do que isso, a ingestão pode se tornar calórica e levar ao aumento de peso”, alerta.

Barrinha de ceral de chocolate tem mais caloria 

Outra ressalva da nutricionista Andréia sobre as barrinhas é a existência de substâncias mais gordurosas. As que contêm chocolate, por exemplo, possuem mais gordura do que as outras. Por isso, atenção, pois elas podem passar de um bom alimento para vilãs de sua alimentação.

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Consuma com moderação

Os adeptos das barrinhas de cereais ultrapassaram os limites das academias e dos praticantes de exercícios físicos. Devido aos benefícios nutricionais, as barras passaram a ser consumidas por pessoas comuns, como forma de saciar a vontade de comer um docinho. O consumo é livre, mesmo para os que não se exercitam. “Contudo, a ingestão de no máximo duas por dia continua valendo”, diz Andréia.

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Barrinhas proteicas

Além das barras de cereais, os atletas costumam ingerir também barras proteicas , ou seja, barrinhas que fornecem maior quantidade de proteína. “Essas, sim, devem ser ingeridas apenas com indicação de um nutricionista, uma vez que é um tipo de suplemento alimentar e deve ser utilizado somente por pessoas que praticam atividades ou atletas, que buscam ganhar massa ou definir o corpo”. O uso inadequado desse tipo de alimento pode causar sérios riscos à saúde, como a sobrecarga nos rins.

Opções caseiras são melhores

As receitas caseiras das barrinhas de cereais surgiram como forma de buscar um alimento ainda mais saudável. “Elas se tornam mais saudáveis por não conterem os aditivos e os conservantes das industrializadas”, afirma a nutricionista. Além desse benefício, as receitas feitas em casa permitem a livre combinação de sabores e cereais. Basta usar a criatividade.

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Fonte: IG SAÚDE

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Número de estupros de LGBTQIA+ cresceu 88% em 2021

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Os crimes de estupro contra a população LGBTQIA+ cresceram 88,4% entre os anos de 2020 e 2021, revelou hoje (28) o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, documento elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Em números absolutos, o registro dos estupros passou de 95 notificações em 2020 para 179 no ano passado. O número real de casos, no entanto, deve ser ainda maior porque foram computadas apenas as informações fornecidas pelas secretarias de Segurança Pública estaduais e pelas polícias.

O balanço, por exemplo, não computa dados de estados como São Paulo, Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que não forneceram ou não dispõe de informações detalhadas sobre o tema. Além disso, há que se considerar também a subnotificação dos casos já que muitas pessoas não registram a violência das quais foram vítimas.

Na contramão dos dados nacionais que revelaram queda no número de mortes intencionais, os assassinatos de pessoas LGBTQIA+ registraram crescimento de 7,2% no ano passado. Em 2020, o balanço computou 167 homicídios dolosos [intencionais] contra essa população. Em 2021, foram computadas 179 mortes. O número deve ser ainda maior já que diversos estados deixaram de divulgar essas informações.

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Outro crime que também apresentou alta estatística foi a lesão corporal dolosa contra as pessoas LGBTQIA+, que passou de 1.271 notificações para 1.719, um crescimento de 35,2%.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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