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Candidato a vaga na Polícia Civil do Rio morre após teste físico

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Um candidato ao cargo de inspetor no concurso da Polícia Civil do Rio de Janeiro passou mal durante a prova física e morreu. Vídeos que circulam na internet mostram Fabio Henrique Silva, de 41 anos de idade, passando mal e caindo no chão durante a prova de corrida. O teste de Fabio estava marcado para 12h20 desta quarta-feira (22).

A Secretaria Municipal de Saúde informou que ele deu entrada no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla na madrugada de ontem (23), mas faleceu “pouco tempo depois, ainda no início da manhã”.

A Polícia Civil lamentou a morte e informou que o candidato apresentou laudo médico para a realização da prova, sendo socorrido e levado ao hospital após passar mal.

Concurso

No edital do concurso público está prevista a Prova de Capacidade Física, que só podia ser feita mediante a apresentação de um atestado médico com data de emissão de no máximo 30 dias e com a informação de que o candidato está apto a realizar a prova.

A avaliação envolve Teste da Flexão Abdominal, Corrida de Velocidade (100 metros), Teste de Flexão de Cúbitos (braços) e Teste de Resistência com corrida de 12 minutos, onde os candidatos homens devem percorrer um mínimo de 2.400 metros no tempo determinado.

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Procurada a organizadora do concurso, Fundação Getulio Vargas (FGV), ainda não se pronunciou sobre as medidas de socorro prestadas a Fabio.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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Monkeypox: EUA alertam que crianças têm mais risco para casos graves

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Um dos sintomas da varíola dos macacos
OMS/Divulgação

Um dos sintomas da varíola dos macacos

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) alertam para o risco de quadros mais graves da  varíola dos macacos em pessoas com problemas de pele, como eczema, imunossuprimidas e crianças menores de 8 anos.

Segundo o comunicado do CDC, embora consideradas raras, complicações da infecção pelo vírus monkeypox podem envolver quadros de encefalite – inflamação no cérebro que provocou os óbitos registrados na Espanha e na Índia –, pneumonia, sepse (infecção generalizada), entre outros.

Segundo o comunicado, existem evidências de que “a doença é mais provável de provocar casos graves em crianças com menos de 8 anos de idade. Além disso, qualquer pessoa com condições imunocomprometidas ou certas condições de pele, como eczema, corre o risco de doença grave da varíola dos macacos”.

Entre as doenças de pele, o CDC acrescenta ainda dermatite tópica, queimaduras, impetigo, varicela-zoster (vírus causador da catapora e da herpes-zóster), herpes simples, acne grave, psoríase ou doença de Darier. Isso porque a varíola dos macacos causa lesões na pele, chamadas de pústulas, o que prejudica a saúde da região.

Para pessoas que já têm problemas na região, e portanto, a barreira cutânea é danificada, isso se torna um agravante para a contaminação pelo vírus, que acontece por contato de pele, e para uma piora no desenvolvimento das erupções. É o que explica o dermatologista e professor da Universidade Northwestern, nos EUA, Peter Lio, ao site The Healthy.

“Não há necessidade de pânico, é importante lembrar que a varíola geralmente é leve e autolimitada. Mas se você faz parte de um grupo de alto risco e tem histórico de eczema ou dermatite atópica e/ou pessoas com eczema em sua casa, é importante tomar precauções para evitar a propagação da varíola dos macacos”, orienta o especialista.

Fonte: IG SAÚDE

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