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Covid-19: Rio de Janeiro revoga exigência de passaporte vacinal

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Rio revoga exigência de passaporte vacinal contra a covid-19
Tomaz Silva/Agência Brasil – 06.10.2021

Rio revoga exigência de passaporte vacinal contra a covid-19

A cidade do Rio de Janeiro revogou a exigência da comprovação de vacina contra a covid-19 para acesso e permanência em locais fechados, como academias de ginástica, piscinas, centros de treinamento, clubes, estádios, vilas olímpicas, cinemas, teatros, circos, salas de concerto, museus, recreação infantil, pontos turísticos e feiras comerciais. A determinação está no Decreto nº 50.672, publicado hoje (26) no Diário Oficial do Município.

A cobrança do passaporte vacinal foi anunciada em 27 de agosto do ano passado e passou a valer no dia 15 de setembro. Ontem (25), o Comitê Especial de Enfrentamento da Covid-19 (CEEC) do município, conhecido como Comitê Científico, recomendou que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) suspenda temporariamente a cobrança.

A norma publicada hoje revoga os decretos nº 49.894, de 1º de dezembro de 2021 e o artigo 1º, do Decreto Rio nº 50.308, de 7 de março de 2022, que estipulavam as restrições e determinavam que o passaporte deixaria de ser exigido apenas quando a cidade atingisse o índice de 70% da população maior de 18 anos vacinada com a dose de reforço.

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O índice atingido no momento é de 62,4%, mas o decreto considera que a situação epidemiológica atual “aponta para a manutenção do cenário de estabilidade, com queda do número de casos leves, casos graves e óbitos” no município.

Situação epidemiológica

De acordo com os dados da Secretaria Municipal de Saúde, o registro de novos casos de covid-19 está abaixo de 100 na média móvel de sete dias desde o dia 7 de abril. Nas últimas 24 horas foram lançados no sistema 22 casos graves da doença e 12 óbitos.

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Na média móvel, o indicador de óbitos está abaixo de cinco casos desde março. No momento, 10 pessoas estão internadas com a doença na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) da cidade, o que corresponde a 0,2% do total de internações.

Vacinação

A segunda dose de reforço, que começou a ser aplicada no dia 4 em idosos acima de 80 anos, começa a atender amanhã (27) também o público a partir dos 70 anos. A partir do dia 4 de maio podem tomar o reforço extra as pessoas a partir de 65 anos e quem tem 60 anos ou mais pode comparecer aos postos a partir de 11 de maio.

A vacinação mais atrasada é a das crianças de 5 a 11 anos. Ainda faltam 24% dessa faixa receber a primeira dose, o que representa a estimativa de 133 mil crianças. Do total, 222,5 mil já receberam as duas doses da imunização contra a covid-19 e 204,4 mil tomaram a primeira dose.

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Fonte: IG SAÚDE

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Adenovírus 41: conheça o ‘suspeito’ por surto de ‘hepatite misteriosa’

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Adenovírus 41: Saiba qual é o ‘suspeito’ por epidemia de ‘hepatite misteriosa’
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Adenovírus 41: Saiba qual é o ‘suspeito’ por epidemia de ‘hepatite misteriosa’

Uma pesquisa realizada pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças apontou uma possível associação entre os recentes casos de um tipo misterioso de hepatite e infecções causadas pelo adenovírus 41. O microrganismo foi identificado na maioria dos casos registrados no Reino Unido (72%), na Europa (mais de 60%) e nos Estados Unidos (mais de 50%).

Segundo a publicação, “a etiologia (estudo da causa e da origem de um fenômeno) e os mecanismos patogenéticos da doença ainda estão sob investigação”, mas uma possível associação entre os casos de infecção atual e o adenovírus foi encontrada, principalmente nos casos relatados no Reino Unido. No entanto, o estudo destaca que “outras hipóteses e possíveis cofatores estão sob investigação”.

Para o levantamento, foram analisados casos suspeitos em todo o mundo até o dia 10 de maio. Casos da inflamação do fígado já foram relatados em mais de 25 países, embora a maioria esteja concentrada no Reino Unido (com cerca de 160) e nos Estados Unidos (cerca de 110), com a maioria dos registros ocorrendo em crianças com menos de 5 anos.

Segundo a rede de TV “NBC News”, Markus Buchfellner, bolsista de doenças infecciosas pediátricas da Universidade do Alabama, em Birmingham, teria sido o primeiro a notar o padrão incomum da hepatite misteriosa em crianças americanas e a denunciar tais ocorrências ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país (CDC).

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Ele e outros especialistas passaram a pesquisar se o isolamento, consequente da pandemia de Covid, teria resultado na redução da exposição aos adenovírus em geral, o que tornaria as crianças mais vulneráveis à nova variante.

Os especialistas, contudo, não descartam a possibilidade de que a Covid possa, também, ser um “contribuinte subjacente”, uma vez que a onda de casos parece ter surgido durante a pandemia.

“[amostras de tecidos coletadas no Reino Unido] mostram nenhuma das características típicas que você poderia esperar com uma inflamação do fígado devido ao adenovírus, mas estamos aguardando exames adicionais de biópsias”, disse Phillipa Easterbrook, cientista sênior da OMS.

No Brasil, os casos foram registrados em sete estados. São Paulo é o que concentra a maioria deles, oito no total. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com sete; Minas Gerais, com quatro; e Paraná, com três. Espírito Santo, Santa Catarina e Pernambuco têm dois casos cada.

O Ministério da Saúde orienta que os profissionais da área façam notificações imediatas de casos suspeitos, e informou que “os Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) e a Rede Nacional de Vigilância Hospitalar (Renaveh) monitoram qualquer alteração do perfil epidemiológico”.

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Entre os sintomas, as crianças apresentam náusea, vômito, icterícia (pele e olhos amarelados), febre, dor abdominal, dores musculares entre outros. A chamada “hepatite misteriosa” foi identificada pela primeira vez no Reino Unido, no mês passado. Desde então, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) já identificou mais de 200 casos em todo o mundo.

Como O GLOBO mostrou, o primeiro caso possível da doença foi notificado em Niterói em uma criança de três anos. Um dos pacientes cujo caso está sob investigação teve de realizar um transplante de fígado. A doença é causada por uma inflamação no fígado. Até o momento, no entanto, não se sabe o que origina a inflamação uma vez que não os vírus causadores das hepatites A, B, C, D ou E não foram encontrados nas amostras. A suspeita é que a hepatite misteriosa seja originada por um adenovírus.

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Fonte: IG SAÚDE

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