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Governo Federal presta auxílio a vítimas das chuvas no Amapá

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Na segunda-feira (25/04), o Governo Federal, por meio do Ministério da Cidadania e da Secretaria Nacional de Assistência Social visitou os municípios atingidos pelos efeitos das fortes chuvas que atingiu o Amapá nos últimos dias e que causou a cheia do Rio Jari. O ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, e a secretária nacional de Assistência Social, Maria Yvelônia se reuniram com autoridades locais e do governo estadual para estudar as melhores abordagens para auxiliar as pessoas em condição de vulnerabilidade.

Segundo estimativas da Defesa Civil no Amapá totalizadas em 24 de abril, 16 mil pessoas foram atingidas direta ou indiretamente pelos efeitos das cheias em Laranjal do Jari. São quatro mil famílias afetadas, 199 famílias desalojadas, 22 famílias desabrigadas em dez bairros e 17 comunidades. Outras 2,5 mil pessoas estão em situação precária em Vitória do Jari.

O Ministério da Cidadania é parte da força-tarefa do Governo Federal que desde a semana passada está presente no município. O auxílio do ministério é focado no cofinanciamento para apoio a famílias desabrigadas, via Secretaria Nacional de Assistência Social.

Em Laranjal do Jari, técnicos do Governo Federal se mobilizam para auxiliar gestores locais a procederem com os pedidos de liberação de recursos federais para ajudar a manter abrigos e alojamentos provisórios. A estimativa é de que haja um repasse de R$ 500 mil voltados para abrigamento.

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Cestas de alimentos

Outra frente em que o Governo Federal pode atuar é na entrega de cestas de alimentos em municípios que decretam situação de emergência ou de calamidade pública, a partir de ações da Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva (SEISP).

Segundo informações da SEISP, em 2021 mais de 859 mil famílias foram atendidas, entre indígenas, quilombolas, extrativistas, pescadores e atendimentos emergenciais a populações em condição de vulnerabilidade. Ao todo, 1,8 milhão de cestas de alimentos foram distribuídas, num total de mais de 40 mil toneladas de produtos. Em 2022, até o início de abril, já eram 795 mil famílias atendidas e 11 mil toneladas de alimentos distribuídos.

O auxílio prestado pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Cidadania chegou a regiões de diversos estados nos últimos meses, como Bahia,  Rio de Janeiro, Minas Gerais, Tocantins, São Paulo e Piauí.

No Amapá, desde a última quinta-feira (21/04), representantes da Defesa Civil enviados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional também avaliaram in loco os estragos e tiveram reuniões com prefeitos, contatos com a população e fizeram o levantamento de necessidades humanitárias.

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Braço social

Durante a visita foram detalhados vários programas do Governo Federal, executados pelo Ministério da Cidadania na região. O estado tem 165 mil famílias cadastradas no Cadastro Único do Governo Federal, condição para que as famílias ingressem nos programas sociais. Os dados são referentes a fevereiro de 2022.

No Auxílio Brasil, 98.605 famílias recebem pelo menos R$ 400 mensais pelo programa de transferência de renda. Em Laranjal do Jari, são 7.613 famílias. Em Vitória do Jari, outras 2.803 famílias, segundo dados referentes a abril de 2022.

Já o Auxílio Gás, que garante a cada dois meses o valor da metade de um botijão de gás de cozinha às famílias, chega a 30 mil famílias do estado, a 2,4 mil famílias em Laranjal do Jari e 2,1 mil famílias em Vitória do Jari.

A Tarifa Social de Energia Elétrica, que permite um desconto significativo na conta de luz, chega a 22,8 mil famílias no estado (dados de dezembro de 2021). O Benefício de Prestação Continuada (BPC), por sua vez, chega a 8,5 mil pessoas com deficiência no Amapá e 8.104 idosos em condição de vulnerabilidade no estado.

Com informações do Ministério da Cidadania

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Fonte: Brasil.gov

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Polícia prende suspeitos de assassinar perito papiloscopista

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu ontem (15) quatro suspeitos de envolvimento no assassinato do perito papiloscopista da Polícia Civil Renato Couto de Mendonça, que era lotado no Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP). Entre os presos, dois são sargentos e um é cabo da Marinha.

Os quatro foram presos em flagrante, mas o corpo ainda não foi encontrado. A suspeita é que tenham sido jogado no Rio Guandu, em Japeri, na Baixada Fluminense. A corporação está fazendo buscas no local.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, a vítima teve uma desavença com o dono de um ferro-velho na Praça da Bandeira, zona norte do Rio de Janeiro. O filho do proprietário, que é militar da Marinha, sequestrou o agente com a ajuda de colegas, utilizando uma viatura da Marinha.

Os presos serão autuados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Em nota, a Marinha do Brasil informou que tomou conhecimento da ocorrência com uma vítima fatal na noite de sábado (14), envolvendo militares da ativa do Comando do 1º Distrito Naval. Segundo a Marinha, o caso é objeto de inquérito policial no âmbito da Justiça comum.

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“Os militares envolvidos foram presos em flagrante pela polícia e responderão pelos seus atos perante a Justiça. A Marinha do Brasil lamenta o ocorrido, se solidariza com os familiares da vítima e reitera seu firme repúdio a condutas e atos ilegais que atentem contra a vida, a honra e os princípios militares”.

A Marinha informou também que está colaborando com as investigações e abriu um inquérito policial militar para apurar as circunstâncias da ocorrência.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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