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Ômicron: laboratório identifica subvariante inédita em criança de SP

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Vírus da Covid-19
Reprodução: NIH/gov – 26/04/2022

Vírus da Covid-19

O sequenciamento genômico da rede Dasa identificou um novo recombinante da variante Ômicron da Covid-19 ainda não catalogado em outras partes do mundo. O caso foi identificado em uma criança de 3 anos de idade, moradora da cidade de São Paulo. A coleta da secreção para realizar o exame do tipo RT-PCR ocorreu no dia 16 de fevereiro.

São classificados “recombinantes” os vírus que carregam informações de uma cepa principal, nesse caso a Ômicron, junto a outro pedaço de uma segunda linhagem distinta.Trata-se portanto de uma subvariante.

No caso deste novo achado, é necessária a detecção de quatro outros diagnósticos idênticos para que seja, de fato, reconhecida pelos orgãos de saúde como uma nova linhagem da Covid-19.

Normalmente, o cadastro das variantes ocorre na plataforma GISAID — principal repositório de informações sobre variantes de Covid globalmente. Lá, especialistas em sequenciamento de diversas nacionalidades oferecem dados das linhagens que encontraram em exames realizados em cada país. Desta forma, é possível acompanhar a movimentação das variantes globalmente.

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Ao todo, a Dasa identificou três amostras “recombinantes” em seu trabalho de sequenciamento genômico. Além da nova (ainda sem nome) outros dois casos da Ômicron XE também foram encontrados. Outro caso do tipo XE foi sequenciado pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Ponto G feminino se revela mais complexo do que a ciência imaginava

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Ponto G feminino se revela mais complexo do que a ciência imaginava
Vitoria Rondon

Ponto G feminino se revela mais complexo do que a ciência imaginava

Pesquisadores afirmam que o prazer feminino não está localizado em um único ponto

O chamado “Ponto G” ainda é um dos assuntos debatidos quando se fala de sexualidade feminina. Alvo de polêmicas e controvérsias, seja pela falta de abordagem do assunto ou pela frequente questão de “como encontrar o ponto G”, o termo pode estar com os dias contados.

Isso porque em publicação da revista científica ‘Sexual Medicine Reviews’, cientistas norte-americanos afirmaram que o termo é “enganoso” e “inadequado” quando descreve a zona erógena (partes do corpo que funcionam como gatilhos para o prazer) da vagina como um único ponto.

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O que é o ponto G?

O “ponto G”, segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, é um ponto localizado a mais ou menos 3 centímetros da entrada da vagina, próximo à parede anterior, perto da bexiga, em que a mulher sente maior sensibilidade ao prazer.

“O ponto G é a parte onde tem uma divisão dos corpos cavernosos do clitóris, e o que a gente vê externamente é a glande do clitóris, mas ele internamente tem dois corpos cavernosos. [Ou seja,] o ponto G é a base dessa divisão dos dois corpos cavernosos, então você atinge ele quando sente o clitóris internamente”, diz a médica.

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As 5 áreas erógenas 

Dessa forma, segundo os pesquisadores responsáveis pela pesquisa, no lugar do ponto G entram em cena os crus (constituídos de dois corpos cavernosos, que se unem e formam o corpo do clitóris), os bulbos de vestíbulo (dois bulbos de tecido erétil que descem ao longo da vagina), as glândulas periuretrais, a uretra e a própria parede anterior da vagina.

Os cientistas afirmaram ainda que, com base na descrição do ginecologista alemão Ernst Gräfenberg, que descreveu a área de produção de orgasmos na década de 1950, acreditam que o uso do termo “ponto G” é enganoso.

“Sugerimos que o termo atual ‘Ponto G’ é enganoso e, portanto, inadequado. As cinco regiões erógenas da parede vaginal anterior são mais precisas e apropriadamente denominadas Zona Gräfenberg ou Zona G”, afirmam.

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O que são zonas erógenas?

Conforme a ginecologista Carolina Ambrogini, as zonas erógenas são áreas do corpo em que o toque é prazeroso. “As zonas erógenas mais comuns são as genitais, mas o corpo todo é uma zona erógena, como o toque na pele que pode ser muito prazeroso também”, afirma.

Reavaliação da pesquisa original 

A equipe comandada pelo pesquisador Irwin Goldstein chegou a essa conclusão depois de reavaliar a descrição original descrita por Gräfenberg. Segundo eles, o ginecologista alemão classificou três funções da zona erótica: “sensações de prazer”, “inchaço” e “ejaculação fluida”, como sendo as responsáveis pelo prazer feminino e não um único ponto atribuído a todas elas.

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Alteração do nome

Em análise publicada e defendida na revista ‘Sexual Medicine Reviews’, os pesquisadores ainda pedem que especialistas em saúde sexual considerem a análise e a mudança de nome em pesquisas futuras. Mas a pesquisa sobre o ponto G ainda é muito controversa e exige análises. 

Apesar disso, dizer que o ponto G não existe não significa negar o prazer feminino, pois, conforme explica a ginecologista Carolina Ambrogini, se pegarmos a mucosa vaginal, não existe nenhuma alteração, mas isso não interfere na forma como as mulheres sentem prazer.

“Já foi feita biópsia em cadáver e viram que realmente nesta região não tem mais terminações nervosas, só um lugar onde você acessa o clitóris internamente. Então, eu não acho que isso seja negar o prazer feminino, mas é que realmente não existe nenhuma alteração anatômica que torne esse ponto mais sensível. É só porque existe esse estímulo interno do clitóris, que não é essencial para ter o prazer, porque o prazer ele vem principalmente da estimulação externa do clitóris”, esclarece a especialista.

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Fonte: IG SAÚDE

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