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Sesc-RJ investirá R$ 30 milhões em produções artísticas

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Terminam no dia 8 de julho as inscrições de propostas artísticas de todo o país para o Edital de Cultura Sesc-RJ Pulsar 2022/2023. A iniciativa quer fomentar e apoiar a produção artística e cultural em suas diversas manifestações, estimulando os processos artísticos em desenvolvimento com a formação de público e a inclusão social. Serão distribuídos, no total, R$ 30 milhões para as produções artísticas selecionadas, incluindo o edital principal e seus desdobramentos, que serão lançados ainda este ano, para outros projetos culturais estratégicos.

O presidente do Sesc-RJ e do Sistema Fecomércio-RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, lembrou que, no ano passado, foi lançada a primeira edição do Edital Sesc-RJ Pulsar. “O sucesso da iniciativa pode ser observado hoje nos nossos equipamentos culturais, que estão recebendo uma enorme variedade de obras artísticas, de elevada qualidade técnica e com conteúdos de grande relevância social”. Queiroz Junior destacou que, este ano, o Sesc-RJ está consolidando o edital como uma ferramenta de democratização da cultura e de fomento a esse setor da economia que foi bastante afetado durante a pandemia, merecendo, por isso, toda a nossa atenção”.

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O edital se baseia em três pilares, representados pelos verbos reconectar, movimentar e impulsionar. A intenção é reconectar o artista com o palco, movimentar a relação dele com o público do Sesc-RJ e impulsionar o fazer artístico em todas as suas esferas. O título Pulsar remete à ideia de “estar vivo”, numa alusão à resistência da cultura diante da pandemia da covid-19, informou o presidente do Sesc-RJ.

Pessoas jurídicas

Podem se inscrever no edital projetos de todo o Brasil de exposições de artes visuais; de audiovisual expandido; espetáculos teatrais, circenses e de dança; temporadas de teatro, dança e circo; realizações literárias; apresentações musicais; além de licenciamento de curtas-metragens, destinados aos públicos adulto e infantil. As inscrições são feitas por meio de formulário eletrônico disponível no site do Sesc RJ (www.sescrio.org.br) e estão abertas a pessoas jurídicas estabelecidas no Brasil, com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural, legalmente constituídas, além de microempreendedores individuais (MEI).

A seleção ocorrerá em duas etapas, sendo a primeira de caráter eliminatório, quando serão avaliadas a documentação e adequação técnica da proposta. Na segunda etapa, os projetos serão analisados pela Comissão de Seleção e Avaliação do Sesc-RJ. A divulgação dos resultados está prevista para acontecer no dia 28 de outubro.

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As obras selecionadas serão apresentadas em diferentes ambientes como espaços expositivos, salas de teatro, auditórios e espaços abertos dentro das unidades do Sesc no território fluminense. Os valores destinados a cada produção dependem do porte e da linguagem artística, informou o Sesc-RJ.

Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Geral

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Monkeypox: EUA alertam que crianças têm mais risco para casos graves

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Um dos sintomas da varíola dos macacos
OMS/Divulgação

Um dos sintomas da varíola dos macacos

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) alertam para o risco de quadros mais graves da  varíola dos macacos em pessoas com problemas de pele, como eczema, imunossuprimidas e crianças menores de 8 anos.

Segundo o comunicado do CDC, embora consideradas raras, complicações da infecção pelo vírus monkeypox podem envolver quadros de encefalite – inflamação no cérebro que provocou os óbitos registrados na Espanha e na Índia –, pneumonia, sepse (infecção generalizada), entre outros.

Segundo o comunicado, existem evidências de que “a doença é mais provável de provocar casos graves em crianças com menos de 8 anos de idade. Além disso, qualquer pessoa com condições imunocomprometidas ou certas condições de pele, como eczema, corre o risco de doença grave da varíola dos macacos”.

Entre as doenças de pele, o CDC acrescenta ainda dermatite tópica, queimaduras, impetigo, varicela-zoster (vírus causador da catapora e da herpes-zóster), herpes simples, acne grave, psoríase ou doença de Darier. Isso porque a varíola dos macacos causa lesões na pele, chamadas de pústulas, o que prejudica a saúde da região.

Para pessoas que já têm problemas na região, e portanto, a barreira cutânea é danificada, isso se torna um agravante para a contaminação pelo vírus, que acontece por contato de pele, e para uma piora no desenvolvimento das erupções. É o que explica o dermatologista e professor da Universidade Northwestern, nos EUA, Peter Lio, ao site The Healthy.

“Não há necessidade de pânico, é importante lembrar que a varíola geralmente é leve e autolimitada. Mas se você faz parte de um grupo de alto risco e tem histórico de eczema ou dermatite atópica e/ou pessoas com eczema em sua casa, é importante tomar precauções para evitar a propagação da varíola dos macacos”, orienta o especialista.

Fonte: IG SAÚDE

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