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FOCO ATUALIDADES -Correios implanta tecnologia RFID nos serviços de encomendas

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Foto: bsoft.com Postado por Silvana Scórsin A tecnologia RFID (Radio Frequency IDentification) já está disponível para clientes que possuam contrato com os Correios e realizam pré-postagem por meio de integração webservices. Além de possibilitar maior controle e gestão dos objetos no fluxo postal, os Correios ofertarão benefícios adicionais aos clientes que aderirem ao uso dessa tecnologia. Essa inovação, associada aos serviços de encomenda, pretende melhorar a experiência do cliente. Neste momento, aqueles que aderirem ao uso do RFID farão jus à redução de 50% do percentual de ad valorem, passando de 1% para 0,5% nas encomendas com declaração de valor, mediante a contrapartida de atender aos requisitos definidos. Para reunir informações e orientações sobre a nova solução, os Correios disponibilizaram a hotpage do RFID. Nela, os clientes podem obter mais informações sobre os critérios de acesso à solução e seu benefícios. Os Correios têm como missão conectar pessoas, instituições e negócios por meio de soluções de comunicação e logística acessíveis, confiáveis e competitivas. Por isso, seguem aprimorando seus serviços, inovando em soluções digitais e apoiando empreendedores a expandirem seus negócios. Fonte: Comunicação Correrios

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FOCO ATUALIDADES -Pesquisa revela a relação dos brasileiros com os jogos

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Pesquisa revela a relação dos brasileiros com os jogos

Uma recente pesquisa revelou dados interessantes sobre a relação do brasileiro com o jogo. O tema, em alta com a tramitação do projeto de lei que legaliza jogos no Brasil, motivou o escritório Jantalia Advogados a encomendar a pesquisa pelo conceituado Instituto Listen, atuante há mais de 20 anos no mercado.

Entre 20 e 27/06/2022 foram entrevistadas 1.200 pessoas dos 26 estados e do Distrito Federal, sendo 51,6% mulheres e 48,4% homens. Considerando a relação dos entrevistados com o jogo ou aposta que podem dar prêmios em dinheiro como loteria, jogo do bicho, bingo ou aposta esportiva 35,3% responderam jogar, 61,8% afirmaram não realizar nenhum desses jogos e 3% não souberam avaliar. Destes, não realizam jogos 82,8% dos evangélicos e 53,9% dos católicos.

Acerca da frequência com que jogam, 45,6% afirmaram jogar eventualmente, 25,3% com muita frequência e 25,5% jogam raramente e 3,5% não souberam informar.

Questionados sobre a legalização dos jogos, 31,6% afirmaram ser totalmente contra; 22,2% totalmente a favor; 19,8% disseram ser indiferentes; 15,9% afirmaram ser a favor, dependendo do jogo e 10,6% não souberam responder. Dos entrevistados, 43,7% das mulheres disseram ser totalmente contra a legalização e também contrários se posicionaram 28,7% dos homens.

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Dos entrevistados contrários à legalização, 23,6% acreditam que aumentará o vício no jogo; 19,9 % acreditam que aumentará a criminalidade; 16,5% temem que aumentem as possibilidades de lavagem de dinheiro; 12,8% acreditam que faltará fiscalização do governo; 5,9% apontam que são contrários à legalização por motivo religioso; 5,5% são contra porque consideram os jogos ruins; 5% apontam outras razões e 10,8% não souberam justificar o motivo de serem contra a legalização dos jogos.

A pesquisa apontou que 54,2% dos entrevistados acreditam que a legalização aumentará muito o vício no jogo; 18,8% acreditam que aumentará apenas um pouco; 17,3% não concorda que a legalização aumentará o vício e 9,8% não souberam responder.

Sobre os benefícios que a legalização dos jogos poderia trazer, 44,9% disseram não acreditar, 35,7% concordam que haveria benefícios e 19,4% não souberam avaliar.

Questionados sobre a motivação para jogar após a legalização, 67,8% afirmaram que não teriam interesse, 20,7% afirmaram que a legalização despertaria interesse e 11,6% não souberam responder.

A pesquisa contemplou as opiniões considerando sexo, região, idade, renda familiar, escolaridade, religião, entre outros pontos.

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A pesquisa

Os olhares, no momento, estão voltados para o mercado brasileiro, que pode representar cerca de R$ 2.3 bilhões já em 2024, segundo estimativa recente. O advogado e dono do escritório responsável pela pesquisa, Fabiano Jantalia, ressalta que o avanço de movimentos da legislação brasileira na direção de permitir a exploração de loterias estaduais, a partir da decisão que o Supremo Tribunal Federal tomou em 2021, já demonstra benefícios.

“O interesse do brasileiro pelos jogos é muito grande, assim como o potencial de arrecadação, que também é imenso, principalmente porque os jogos não carreiam em si nenhum tipo de nocividade, prejuízo ou problemas para a coletividade. Então esse movimento crescente de aprovação de leis sobre loterias estaduais é a maior demonstração de que legalizar os jogos no Brasil é um caminho seguro, viável e potencialmente benéfico para a sociedade brasileira.”

 

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