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Projetos para limpar oceanos! Brasileiros vencem hackathon da Nasa

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Por Silvana Scórsin Foto: revista Amazonica Trata-se do hackathon global da Agência Espacial Americana (Nasa), evento anual que busca ideias inovadoras mundo afora. Das seis equipes vencedoras, uma é baiana e a outra, paulista. Uma equipe mineira ainda conquistou menção honrosa na competição. Na história do hackaton da Nasa, é a primeira vez que o País coloca duas equipes no pódio vencedor. E o mais importante nos trabalhos dos vencedores brasileiros: os projetos desenvolveram soluções capazes de reduzir os impactos de micro plásticos e óleo nos oceanos. Os baianos criaram o projeto de um equipamento para retirar microplásticos dos oceanos. Um problema grave, e em crescimento, que coloca em risco a vida marinha e humana.
A equipe baiana no hackathon, denominada Cafeína Team, é formada por cinco universitários. Eles têm entre 18 e 23 anos. Três são alunos do curso de administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA): Genilson Brito, Pedro Dantas e Antônio Rocha. Dois são da Universidade Católica de Salvador (Ucsal): Ramon de Almeida, que cursa engenharia química; e Thiago Barbosa, do curso de análise de desenvolvimento de sistemas. O projeto dos baianos tem um conceito bastante inovador. Os jovens criaram um equipamento que denominaram Ocean Ride. Baseado no princípio do gerador Van Der Graaff, o sistema atrai microplásticos por meio de uma corrente eletrostática. “A água vai entrar no equipamento e vai sair, mas o microplástico vai ficar (dentro dele)”, assegura o universitário Pedro Dantas. Projeto baiano utiliza frota de navio existente Além de atrair, o Ocean Ride armazena e compacta os resíduos, para o melhor aproveitamento do espaço do equipamento, explicam os estudantes. Quando o contêiner estiver cheio de microplásticos, pode-se removê-los no destino final da embarcação. Nas plataformas, os equipamentos podem ser apenas substituídos por outros vazios. “O grande diferencial do Ocean Ride é que ele pode ser acoplado ao lado de qualquer embarcação. E em plataforma de petróleo também. Pode ainda ser afixado em determinados pontos de oceanos e mares. Em áreas estratégicas de correntes marinhas, com grande fluxo desses materiais”. Segundo Dantas, a solução é criativa, simples e barata, e já utiliza recursos existentes. “Queríamos que o projeto fosse viável e não causasse impactos. E o mundo já tem uma enorme frota de navios e outras embarcações cruzando os oceanos a todo o momento.” Usar a tecnologia como fórmula para buscar a sustentabilidade no planeta é sem dúvida um grande passo! Incentivar e fomentar estes jovens é o maior dos acertos! Parabéns a todos os envolvidos!
fonte: site marsemfim

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FOCO ESPECIAL- Brasília será a primeira capital do País a disponibilizar o 5G standalone

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Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi) aprovou nesta segunda-feira (4/7) a antecipação da liberação do uso da faixa de radiofrequências de 3.300 MHz a 3.700 MHz no Distrito Federal para a próxima quarta-feira, 6/7. Brasília será a primeira capital do País a disponibilizar o 5G standalone, servindo de piloto para as demais capitais.

O Grupo também aprovou a criação de uma “Sala de Guerra” visando dar mais celeridade e dinamicidade aos procedimentos, para imediatas soluções cautelares em caso de interferências prejudiciais.

Na reunião realizada hoje, a Entidade Administradora da Faixa (EAF) informou que no Distrito Federal há uma demanda estimada de 3.341 TVROs (antenas parabólicas). A troca de antenas é necessária para que moradores que possuem parabólicas não percam o sinal da TV aberta com a chegada do 5G.

Inscritos no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) receberão a antena sem custo. A capacidade de instalação da Siga Antenado – nome fantasia da EAF – é de 220 equipamentos por dia, sendo necessário realizar o agendamento pelo site da Entidade.

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A criação do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi) foi estabelecida por meio do Edital de Licitação nº 1/2021-SOR/SPR/CD-ANATEL, o chamado Leilão de 5G. O Grupo é integrado por representantes da Anatel, do Ministério das Comunicações, das empresas proponentes vencedoras dos lotes da faixa de 3,5 GHz, dos radiodifusores e das exploradoras de satélites.

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