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SAÚDE E BEM ESTAR

FOCO BRASIL! VACINAS DO BUTANTAN SERÃO INCORPORADAS AO (PIN) AFIRMA MINISTRO DA SAÚDE!

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SAÚDE E BEM ESTAR

Foto: exame.com Postado por Silvana Scórsin O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, confirmou, nesta quinta-feira (07/01), a assinatura de contrato com o Instituto Butantan que permite a incorporação de mais 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Os esclarecimentos foram dados em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, um dia após a publicação da Medida Provisória (MP) que facilita e agiliza a compra de vacinas, insumos, bens e serviços de logística para a campanha de imunização. “Hoje nós assinamos com o Butantan o contrato para a entrega das primeiras 46 milhões de doses até abril e de mais 54 milhões no decorrer do ano. Essa aquisição só foi possível dessa forma por causa da MP assinada pelo presidente Jair Bolsonaro”, disse o ministro. Na sequência, Pazuello falou ainda sobre a distribuição dos imunizantes. “Todas as vacinas que estão no Butantan serão, a partir desse momento, incorporadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Elas serão distribuídas de forma equitativa e proporcional, assim como as vacinas da AstraZeneca”, explicou o ministro, ressaltando o contrato já firmado pelo Governo Federal para a aquisição de doses e transferência de tecnologia da farmacêutica que produz a vacina de Oxford. O ministro também destacou o adiantamento de 2 milhões de doses da vacina da Astrazeneca, que serão importadas da Índia pela Fiocruz. Ao todo, o Brasil já tem garantidas 254 milhões de doses do imunizante da farmacêutica, que será produzida no país pela Fiocruz. Pazuello também destacou que a MP vai ampliar o processo de aquisição de vacinas e insumos ao longo de 2021 e ressaltou que a vacinação terá início após o registro definitivo ou para uso emergencial por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “A nossa agência reguladora é que vai atestar a eficácia e a segurança para os brasileiros. Não tenho dúvidas de que a Anvisa está empenhada para ser célere e efetiva”, disse. A coletiva de imprensa também contou com a presença do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco; do secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros; e do secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti Neto, que detalharam as ações do Ministério da Saúde para a aquisição de vacinas e insumos. VACINAÇÃO O Ministério da Saúde trabalha com três possibilidades de data para o início da vacinação no Brasil, ressaltadas pelo ministro Eduardo Pazuello: -Até 20 de janeiro: melhor hipótese, com o uso das vacinas do Instituto Butantan e as doses da vacina da Astrazeneca importadas da Índia; -20 janeiro a 10 de fevereiro: hipótese intermediária, já com vacinas produzidas no Brasil pelo Butantan e pela Fiocruz; -10 de fevereiro até início de março: hipóteses de vacinação mais tardia. Sobre as vacinas, atualmente o Brasil possui 354 milhões de doses asseguradas para 2021: -2 milhões da AstraZeneca importadas pela Fiocruz; -100,4 milhões da Fiocruz/AstraZeneca até julho (produção nacional com IFA importada); -110 milhões da Fiocruz/AstraZeneca (produção integral nacional de agosto a dezembro); -100 milhões de doses do Butantan/Sinovac. Além disso, o Brasil faz parte do consórcio Covax Facility, iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) com 10 laboratórios para acelerar o desenvolvimento, fabricação e acesso igualitário de vacinas conta a Covid-19 – a aliança prevê 42,5 milhões de doses para a população brasileira. O Ministério da Saúde também está em processo de negociação com os laboratórios Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos; Barat Biotech, da Índia; e União Química, produtor da vacina russa Sputinik V. SERINGAS E AGULHAS O Brasil já tem disponíveis cerca de 80 milhões de seringas e agulhas nos estados e municípios. O número é suficiente para iniciar a vacinação ainda em janeiro. A Organização Panamericana de Saúde (OPAS) garantiu reforço de 8 milhões de seringas e agulhas para final de janeiro até início de fevereiro – no total, serão 40 milhões de unidades. Outras 30 milhões já requisitadas pelo Ministério da Saúde à Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO). O pregão eletrônico feito pelo Ministério da Saúde, ocorrido na forma da lei, com todos as etapas e prazos previstos, proporcionará a aquisição de cerca de 7 milhões de unidades de seringas e agulhas – um novo pregão está em andamento para aquisição de mais produtos. Outras ações junto à Abimo e OPAS também irão garantir a aquisição de mais lotes de seringas e agulhas para vacinação da Covid-19. ENTENDA A MP Editada pelo presidente Jair Bolsonaro, a Medida Provisória (MP), publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na última quarta-feira (06/01), simplifica os processos de aquisição de vacinas, insumos, logística, tecnologia da informação e comunicação, além de treinamentos destinados à vacinação contra a Covid-19. Segundo a normativa, que tem força de lei, a aplicação dos imunizantes deverá seguir o Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19, elaborado pelo Ministério da Saúde. O início da vacinação ocorrerá após a autorização temporária de uso emergencial ou o registro de vacinas concedidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, o Governo Federal poderá firmar contratos sem licitação para contratação de imunizantes e insumos antes do registro sanitário ou da autorização temporária de uso emergencial pela Anvisa. Também autoriza a contratação de bens e serviços de logística, tecnologia da informação e comunicação, comunicação social e publicitária, treinamentos e outros bens e serviços necessários a implementação da vacinação. A MP permite que a Anvisa conceda autorização excepcional e temporária para importação e distribuição de vacinas contra a Covid-19, materiais, medicamentos ou insumos, se o material tiver sido registrado e autorizado para distribuição por, no mínimo, uma das seguintes autoridades internacionais, em seus respectivos países: • Food and Drug Administration – FDA, dos Estados Unidos da América; • European Medicines Agency – EMA, da União Europeia; • Pharmaceuticals and Medical Devices Agency – PMDA, do Japão; • National Medical Products Administration – NMPA, da República Popular da China; e • Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency – MHRA, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. O texto orienta que o profissional de saúde responsável pela aplicação da dose informe ao paciente ou seu representante legal que o produto não tem registro definitivo na Anvisa e foi autorizado apenas para uso emergencial – conforme prevê normativa da agência para assinatura de termo de consentimento. Também deverá esclarecer sobre riscos e benefícios e prestar outros esclarecimentos que possam surgir. Fonte: Assessoria de Comunicação /Ministério da Saúde /Marina Pagno

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FOCO NA SAÚDE – Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal

MAIO ROXO ALERTA PARA DOENÇA DE CROHN E COLITE ULCERATIVA

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Dia 19 de maio é o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal, uma data criada com objetivo de alertar para sintomas e formas de tratamento da doença de Crohn e RetoColite Ulcerativa, conhecidas como Doenças Inflamatórias Intestinais (DIIs). As duas patologias estão associadas a um padrão alimentar mais industrializado, estresse crônico e outras situações que podem funcionar como gatilhos diante de uma predisposição genética para as doenças inflamatórias intestinais

 

“São doenças autoimunes, ou seja, onde há uma desregulação do sistema imunológico com uma resposta exagerada contra partes do próprio corpo, neste caso, os intestinos. Esta resposta é deflagrada por uma série de fatores presentes na chamada ‘dieta ocidental’ que tem excesso de produtos industrializados, sal, açúcar, gorduras e proteínas animais. Por isso, nos países industrializados, a incidência vem aumentando significativamente”, sinaliza o neurologista Italo Almeida, especialista em Medicina Integrativa.

Italo Almeida_Diretor Técnico da Neuro Integrada_Crédito Divulgação

 

No mundo, doenças inflamatórias intestinais podem atingir 5 milhões de pessoas, de acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP). No Brasil, a incidência das DIIs tem aumentado em torno de 15% ao ano. Dores abdominais, principalmente cólicas, diarreia crônica, fadiga, falta de apetite e perda de peso são alguns dos sintomas de alerta da campanha Maio Roxo.

 

Um dos objetivos da iniciativa, realizada pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), é contribuir para o diagnóstico mais precoce dessas enfermidades através da difusão de conhecimento entre os profissionais de saúde e da orientação e do esclarecimento do público leigo. “O primeiro passo deve ser identificar estes fatores desencadeantes e eliminá-los. Mudanças nutricionais podem trazer melhoras em até 70% dos casos. Pode haver remissão clínica em 93% do tempo em pacientes praticando o semivegetarianismo e em apenas 33% do tempo em onívoros. Vegetarianos tem um risco menor de desenvolver DII”, destaca o diretor técnico da Neuro Integrada.

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Tabagismo e uso frequente de bebidas alcoólicas também aumentam o risco para doenças inflamatórias intestinais. “Nos locais onde o consumo de fibras vegetais e ômega 3 é alto, a incidência é muito mais baixa”, acrescenta. O especialista explica que nossa barreira intestinal é formada por células bem juntas (tight junctions) para não deixar penetrar substâncias estranhas ou mal digeridas. Porém, muitos fatores podem provocar a quebra dessa barreira, entre eles, uso excessivo de antibióticos, corticoides, anticoncepcionais, leite animal e glúten, aumentando a permeabilidade e permitindo a entrada de substâncias que não deveriam ter permissão para entrar no organismo. “O sistema imunológico, então, ataca essas substâncias estranhas (antígenos) e também, células do corpo que tenham estrutura semelhante. Por isso, chamamos autoimune, porque o corpo reconhece como inimigas células do próprio corpo e as ataca”, explica Almeida.

 

Baixos níveis de vitamina D também aumentam os riscos de doenças inflamatórias intestinais. “A vitamina D é um modulador da resposta imunológica e, portanto, seu déficit está ligado a todas as doenças autoimunes.  Um nível de vitamina D acima de 40ng/ml reduz o risco da doença e de internamento nos portadores. O uso da cúrcuma também pode trazer uma melhora por reduzir a inflamação”, recomenda o especialista que pauta sua atuação médica na naturopatia, poder de cura dos alimentos.

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Nutrição previne e cura

Acompanhamento nutricional é crucial na prevenção e tratamento de doenças inflamatórias intestinais porque é comum que o paciente desenvolva uma desnutrição por falta de absorção de nutrientes. “A RetoColite Ulcerativa (RCU) e Doença de Crohn (DC) podem provocar um déficit de absorção significativa de várias vitaminas e minerais que necessitam ser repostas como a vitamina A, B12, o zinco, magnésio”, alerta o médico Italo Almeida.

Outro diagnóstico importante é o da Síndrome do Intestino Irritável (SII), que deve ser tratado, mesmo sendo um diagnóstico menos grave, pois não costuma apresentar sangramentos e nem redução da absorção de vitaminas e minerais. É um diagnóstico muito relacionado ao nível de estresse mas, assim como as DIIs, provoca alterações significativas na microbiota intestinal, contribuindo para o predomínio de bactérias ruins que aumentam a inflamação”, destaca o especialista.

Mudar hábitos e iniciar o tratamento o quanto antes faz toda a diferença para evitar complicações a longo prazo. Lesões progressivas no trato intestinal podem provocar obstrução, perfuração e até sangramentos. “Uma forma integrada de tratar, associada à alopatia convencional, pode trazer muitos benefícios, reduzindo o número de internamentos e o uso de medicações e, melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, assegura o médico Italo Almeida, que contabiliza 37 anos de formado – 18 deles dedicados à Medicina Natural.

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