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SAÚDE E BEM ESTAR

Foco especial! Dia 22 de março comemoramos o Dia Mundial da Água.

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Por Betânia Sousa Precisamos economizar hoje para não faltar amanhã. A economia da água começa com pequenas ações que ao longo do tempo vão se tornando essenciais para a nossa permanecia na terra. Vamos cuidar para que as próximas gerações tenham o privilégio de contar com os recursos naturais que temos hoje, como a água. O Jornal Capital em Foco dá dicas de economia da água: quando for tomar banho não permaneça com o chuveiro ligado ao passar sabonete pelo corpo, ao escovar os dentes mantenha a torneira fechada durante a escovação, ao lavar a louça não permaneça com a torneira ligada enquanto passa a esponja nos objetos. Evite lavar a calçada com a mangueira, esse costume acaba desperdiçando muita água. Reutilize a água da lavagem das roupas e molhe as plantas com um regador. Assim, vamos contribuir para a manutenção da água nas nossas vidas. Sem água não é possível ter vida na terra. Economize água para você contribuir com a permanência da raça humana. É o Jornal Capital em Foco conectado pessoas, histórias e profissões!

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FOCO NA SAÚDE – Doenças raras: uma realidade para mais de 13 milhões de brasileiros

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Pacientes sofrem com falta de pesquisas e Centros de Referência

Uma doença rara é definida como aquela que afete menos do que 2 mil pessoas. É um termo genérico que abrange (entre outras coisas) formas raras de doenças neurológicas, doenças metabólicas, dificuldades intelectuais, certos canceres, distúrbios reumatológicos, epilepsias complexas, deficiências imunológicas e doenças auto inflamatórias

Essas doenças geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e muitas vezes com risco de morte. Não existe uma cura eficaz existente, mas há medicamentos para tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, mais de 7 mil doenças raras já foram identificadas. Elas acometem cerca de 13 milhões de pessoas, em sua grande maioria jovens e crianças, que apresentam necessidades assistenciais diversas, além de cuidados contínuos de equipes multiprofissionais.

Política Nacional

Mesmo após a efetivação da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR), em vigor desde 2014, os pacientes ainda carecem de serviços referenciais para diagnóstico dessas doenças.

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“O acesso ao diagnóstico, o acompanhamento e o monitoramento desses pacientes, seus tratamentos e reabilitações só ocorrem, na maioria dos casos, de maneira tardia e, geralmente, no âmbito da saúde pública, onde o acesso a especialistas, exames e terapias é demorado”, explica a Dra. Luciana Rodriguez, especialista em Saúde Suplementar.

Escassez de centros de referência e necessidade de investimentos em pesquisas 

Em todo o Brasil, foram habilitados até agora somente 17 serviços de referência em doenças raras, e ainda há muito o que se avançar.

O nutrólogo Dr. Matheus Caputo está, desde 2016, à frente do HDia (Centro de Atendimento Médico Hospitalar), em Brasília. A instituição vem se dedicando ao acolhimento, diagnóstico preciso e à provisão da sobrevida (tratamento) de pacientes com doenças raras.

De acordo com ele, somente por meio de pesquisas haverá avanços no cuidado desses pacientes. “É preciso trabalhar com um programa efetivo, evidenciado cientificamente, que reúna a experiência dos especialistas em toda a rede para identificar as melhores orientações sobre tratamentos existentes ou desenvolver novas orientações”, explica o médico.

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Fonte: Tábita Marinho/ egnews.com

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