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SAÚDE E BEM ESTAR

Foco especial! TODO FINAL DE ANO É FOGO, QUE TAL RECEBER 2021 SEM FOGOS DE ARTIFÍCIO?

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Postado por Silvana Scórsin A chegada de um novo ano é sempre motivo de comemoração e é tradição a utilização de fogos de artifício Alguns animais, como cães e gatos, têm audição muito aguçada e sentem os ruídos bem mais alto do que nós, humanos. Os fogos de artifício podem chegar a frequências acima de 130 decibéis, mais que o dobro do suportável para não causar estresse físico e psicológico nos animais domésticos e silvestres. Soltar fogos de artifícios barulhentos estará proibido no Distrito Federal a partir de fevereiro de 2021. A Lei n. 6.647, publicada no Diário Oficial do DF em 26/8/2020, regulamenta o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos ou qualquer artefato pirotécnico e vale para ambiente abertos, fechados, áreas públicas e locais privados . O descumprimento do disposto nesta Lei acarreta ao infrator a imposição de multa pecuniária correspondente a R$ 2.500,00, valor que é dobrado na hipótese de reincidência, sem prejuízo da apuração de crime de maus-tratos e da reparação do dano moral coletivo contra os animais . Para saber mais sobre a lei, acesse: https://bit.ly/3pnrM9O #anonovosemfogos #naomaltrateosanimais #lei6647df Para fazer uma doação e colaborar com o trabalho da ProAnima, seguem dados bancários: Banco do Brasil – Agência 3603-X, conta 23.383-8 CNPJ 05.992.115/0001-23. Ajude, compartilhando com seus amigos! #ProAnimaDF 🐾 Associação Protetora dos Animais do DF 🐕💁‍♀️🐈 Bichos e pessoas juntos numa boa! http://www.proanima.org.br

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FOCO NA SAÚDE – Doenças raras: uma realidade para mais de 13 milhões de brasileiros

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Pacientes sofrem com falta de pesquisas e Centros de Referência

Uma doença rara é definida como aquela que afete menos do que 2 mil pessoas. É um termo genérico que abrange (entre outras coisas) formas raras de doenças neurológicas, doenças metabólicas, dificuldades intelectuais, certos canceres, distúrbios reumatológicos, epilepsias complexas, deficiências imunológicas e doenças auto inflamatórias

Essas doenças geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e muitas vezes com risco de morte. Não existe uma cura eficaz existente, mas há medicamentos para tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, mais de 7 mil doenças raras já foram identificadas. Elas acometem cerca de 13 milhões de pessoas, em sua grande maioria jovens e crianças, que apresentam necessidades assistenciais diversas, além de cuidados contínuos de equipes multiprofissionais.

Política Nacional

Mesmo após a efetivação da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR), em vigor desde 2014, os pacientes ainda carecem de serviços referenciais para diagnóstico dessas doenças.

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“O acesso ao diagnóstico, o acompanhamento e o monitoramento desses pacientes, seus tratamentos e reabilitações só ocorrem, na maioria dos casos, de maneira tardia e, geralmente, no âmbito da saúde pública, onde o acesso a especialistas, exames e terapias é demorado”, explica a Dra. Luciana Rodriguez, especialista em Saúde Suplementar.

Escassez de centros de referência e necessidade de investimentos em pesquisas 

Em todo o Brasil, foram habilitados até agora somente 17 serviços de referência em doenças raras, e ainda há muito o que se avançar.

O nutrólogo Dr. Matheus Caputo está, desde 2016, à frente do HDia (Centro de Atendimento Médico Hospitalar), em Brasília. A instituição vem se dedicando ao acolhimento, diagnóstico preciso e à provisão da sobrevida (tratamento) de pacientes com doenças raras.

De acordo com ele, somente por meio de pesquisas haverá avanços no cuidado desses pacientes. “É preciso trabalhar com um programa efetivo, evidenciado cientificamente, que reúna a experiência dos especialistas em toda a rede para identificar as melhores orientações sobre tratamentos existentes ou desenvolver novas orientações”, explica o médico.

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Fonte: Tábita Marinho/ egnews.com

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