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SAÚDE E BEM ESTAR

FOCO NA SAÚDE! #ANSComVocê é o slogan da nova campanha publicitária da ANS

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SAÚDE E BEM ESTAR

Postado por Silvana Scórsin Vídeos e posts nas redes sociais orientam sobre o caminho do consumidor no setor de planos de saúde Com o objetivo de orientar e informar beneficiários de planos de saúde, consumidores em potencial e gestores responsáveis pela contratação de planos de saúde coletivos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realiza, neste mês de dezembro, nas redes sociais, a sua segunda campanha publicitária de 2020. O slogan – #ANSComVocê – visa reforçar o papel da ANS como referência para a sociedade quando o assunto é plano de saúde. Por meio da regulação do setor, a ANS está com o consumidor (e potencial consumidor) durante toda a sua jornada: desde o momento em que toma a decisão de contratar um plano de saúde, passando pela utilização do serviço com segurança e direitos garantidos, até o momento em que resolve deixar ou trocar de plano. Para ilustrar essa ideia, os vídeos da campanha trazem uma mão desenhando todo o percurso do consumidor por um caminho cheio de orientações que deixará sua trajetória na saúde suplementar mais fácil e consciente. Com isso, a ANS reforça a sua missão, enquanto órgão regulador do setor, de esclarecer dúvidas, prestar informações e mediar conflitos entre beneficiários e operadoras de planos de saúde. As peças da campanha, vídeos e posts, abordam a escolha do plano, comparação entre planos, qualidade do atendimento das operadoras, portabilidade de carências, regras para aposentados e demitidos e cancelamento de plano, entre outros temas de interesse. Com linguagem clara e objetiva e, ao mesmo tempo, lúdica, a campanha tem a preocupação de tornar o conteúdo muitas vezes técnico (regras e normas) mais palatável e de fácil compreensão. Seguindo a recomendação da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a campanha será veiculada com posts patrocinados nas plataformas Twitter e LinkedIn. A divulgação também ocorre de maneira orgânica nos perfis oficiais da reguladora no Facebook, no Instagram e no YouTube. Confira aqui a área fixa da campanha no portal da ANS, siga as redes sociais da Agência, curta e compartilhe os posts! Contribua para a propagação do conhecimento dos direitos dos consumidores de planos de saúde. Facebook:@ans.reguladora Instagram: ans.reguladora Twitter: @ANS_reguladora LinkedIn: Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS Fonte: Assessoria de Imprensa da ANS.

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FOCO NA SAÚDE – Doenças raras: uma realidade para mais de 13 milhões de brasileiros

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Pacientes sofrem com falta de pesquisas e Centros de Referência

Uma doença rara é definida como aquela que afete menos do que 2 mil pessoas. É um termo genérico que abrange (entre outras coisas) formas raras de doenças neurológicas, doenças metabólicas, dificuldades intelectuais, certos canceres, distúrbios reumatológicos, epilepsias complexas, deficiências imunológicas e doenças auto inflamatórias

Essas doenças geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e muitas vezes com risco de morte. Não existe uma cura eficaz existente, mas há medicamentos para tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, mais de 7 mil doenças raras já foram identificadas. Elas acometem cerca de 13 milhões de pessoas, em sua grande maioria jovens e crianças, que apresentam necessidades assistenciais diversas, além de cuidados contínuos de equipes multiprofissionais.

Política Nacional

Mesmo após a efetivação da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR), em vigor desde 2014, os pacientes ainda carecem de serviços referenciais para diagnóstico dessas doenças.

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“O acesso ao diagnóstico, o acompanhamento e o monitoramento desses pacientes, seus tratamentos e reabilitações só ocorrem, na maioria dos casos, de maneira tardia e, geralmente, no âmbito da saúde pública, onde o acesso a especialistas, exames e terapias é demorado”, explica a Dra. Luciana Rodriguez, especialista em Saúde Suplementar.

Escassez de centros de referência e necessidade de investimentos em pesquisas 

Em todo o Brasil, foram habilitados até agora somente 17 serviços de referência em doenças raras, e ainda há muito o que se avançar.

O nutrólogo Dr. Matheus Caputo está, desde 2016, à frente do HDia (Centro de Atendimento Médico Hospitalar), em Brasília. A instituição vem se dedicando ao acolhimento, diagnóstico preciso e à provisão da sobrevida (tratamento) de pacientes com doenças raras.

De acordo com ele, somente por meio de pesquisas haverá avanços no cuidado desses pacientes. “É preciso trabalhar com um programa efetivo, evidenciado cientificamente, que reúna a experiência dos especialistas em toda a rede para identificar as melhores orientações sobre tratamentos existentes ou desenvolver novas orientações”, explica o médico.

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Fonte: Tábita Marinho/ egnews.com

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