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SAÚDE E BEM ESTAR

Foco na saúde! Início da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil!

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SAÚDE E BEM ESTAR

foto: a gazeta Postado por Silvana Scórsin O Ministério da Saúde deu início, nesta segunda-feira (18/01), à campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil com a distribuição das doses de forma proporcional e simultânea a todos os estados brasileiros. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, marcou o começo da imunização dos brasileiros para às 17h desta segunda-feira. A oficialização ocorreu em um ato simbólico realizado com a presença de governadores no Centro de Distribuição Logística localizado em Guarulhos (SP) – local onde os seis milhões de doses entregues ao Governo Federal pelo Instituto Butantan estão armazenados. Está dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação do mundo. O Brasil é referência em vacinas no mundo e vai continuar sendo. Hoje distribuiremos as vacinas para todos os estados. E hoje, a partir das 17h, os estados já podem distribuir aos municípios e dar início à vacinação”, afirmou Pazuello, sendo aplaudido pelos presentes. A vacinação terá início pelos grupos prioritários da chamada fase 1: trabalhadores de saúde, pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas, pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena aldeada. “Agradeço a todos os profissionais de saúde que já salvaram 7 milhões de vidas. Recebam o nosso carinho e a nossa gratidão. Essas vacinas estão indo para vocês, nossos verdadeiros heróis”, ressaltou o ministro. Pazuello também reforçou o pedido para que a população continue tomando medidas preventivas para evitar a disseminação do coronavírus, mesmo com o início da imunização: “A vacina não determina o fim das medidas preventivas. Temos que continuar usando máscara, tomando as medidas de prevenção e distanciamento social. Continuaremos vivendo dessa forma até termos a pandemia controlada.” LOGÍSTICA Os primeiros aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) começaram a sair do Aeroporto de Guarulhos nesta manhã transportando cerca de 44 toneladas de vacinas, inicialmente para o Distrito Federal e para as capitais de 10 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. O envio das primeiras vacinas nos aviões da FAB foi acompanhando de perto pelo ministro da Saúde e governadores presentes. As doses foram armazenadas em caixas de isopor, para manter a temperatura recomendada. Além do suporte do Ministério da Defesa, a Saúde também conta com o apoio da Azul e da Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Gol, Latam e Voepass, para o transporte aéreo das doses. Para o transporte terrestre, 100 veículos estão aptos para fazer o deslocamento das doses pelo país, com sistema de rastreamento e bloqueio via satélite. Até o final de janeiro, mais 50 caminhões serão incorporados a frota. Assim que as vacinas chegarem às capitais, os estados devem fazer a distribuição junto aos municípios que, por sua vez, executam a vacinação junto à população. NÚMEROS Confira o número de pessoas a serem vacinadas em cada região neste primeiro momento: Norte: 337.332 Nordeste: 683.924 Sudeste: 1.202.090 Sul: 357.821 Centro-Oeste: 273.393 Confira a quantidade de doses que estão sendo enviadas para cada região: Norte: 708.440 Nordeste: 1.436.160 Sudeste: 2.524.360 Sul: 751.440 Centro-Oeste: 574.160 Ministério da Saúde/Marina Pagno

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FOCO NA SAÚDE – Doenças raras: uma realidade para mais de 13 milhões de brasileiros

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Pacientes sofrem com falta de pesquisas e Centros de Referência

Uma doença rara é definida como aquela que afete menos do que 2 mil pessoas. É um termo genérico que abrange (entre outras coisas) formas raras de doenças neurológicas, doenças metabólicas, dificuldades intelectuais, certos canceres, distúrbios reumatológicos, epilepsias complexas, deficiências imunológicas e doenças auto inflamatórias

Essas doenças geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e muitas vezes com risco de morte. Não existe uma cura eficaz existente, mas há medicamentos para tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, mais de 7 mil doenças raras já foram identificadas. Elas acometem cerca de 13 milhões de pessoas, em sua grande maioria jovens e crianças, que apresentam necessidades assistenciais diversas, além de cuidados contínuos de equipes multiprofissionais.

Política Nacional

Mesmo após a efetivação da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR), em vigor desde 2014, os pacientes ainda carecem de serviços referenciais para diagnóstico dessas doenças.

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“O acesso ao diagnóstico, o acompanhamento e o monitoramento desses pacientes, seus tratamentos e reabilitações só ocorrem, na maioria dos casos, de maneira tardia e, geralmente, no âmbito da saúde pública, onde o acesso a especialistas, exames e terapias é demorado”, explica a Dra. Luciana Rodriguez, especialista em Saúde Suplementar.

Escassez de centros de referência e necessidade de investimentos em pesquisas 

Em todo o Brasil, foram habilitados até agora somente 17 serviços de referência em doenças raras, e ainda há muito o que se avançar.

O nutrólogo Dr. Matheus Caputo está, desde 2016, à frente do HDia (Centro de Atendimento Médico Hospitalar), em Brasília. A instituição vem se dedicando ao acolhimento, diagnóstico preciso e à provisão da sobrevida (tratamento) de pacientes com doenças raras.

De acordo com ele, somente por meio de pesquisas haverá avanços no cuidado desses pacientes. “É preciso trabalhar com um programa efetivo, evidenciado cientificamente, que reúna a experiência dos especialistas em toda a rede para identificar as melhores orientações sobre tratamentos existentes ou desenvolver novas orientações”, explica o médico.

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Fonte: Tábita Marinho/ egnews.com

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