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FOCO ATUALIDADES – Queijos tipicamente brasileiros estampam selos especiais

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Postado por Silvana Scórsin Os Correios lançam virtualmente, nesta quinta-feira (12), a emissão especial Queijos do Brasil, em parceria com o SEBRAE. O evento será transmitido, às 17h, no canal da instituição no Youtube. O queijo artesanal é muito apreciado pelos consumidores brasileiros. Sua produção começou na época do Brasil Colônia, e vem cada vez mais ganhando espaço e se consolidando. Os selos são ilustrados com fotos de queijos das cinco regiões brasileiras. · Queijo Marajó – Belém/PA: Com 200 anos de história, este queijo chegou ao Brasil por meio dos colonizadores portugueses e franceses. Produzido do leite de gado bubalino ou de uma composição do leite bubalino e bovino, este queijo pode ser do tipo manteiga ou do tipo creme. A relevância da Indicação Geográfica para o produto é imensa, por valorizar e proteger a maneira de fazer, a cultura, a identidade e agregar valor aos produtos tradicionais, abrindo mercados, promovendo o desenvolvimento econômico da ilha. · Queijo Cabacinha do Araguaia – Goiânia/GO: Declarado patrimônio cultural nos Estados de Goiás e do Mato Grosso, este queijo possui, internamente, camadas como uma cebola. O modo de preparo é diferente de queijos cabacinha de outras regiões. Apresenta o sabor do leite mais característico. Podendo ser servido frito, ele fica crocante por fora e cremoso por dentro. O queijo é comercializado congelado e curado. · Queijo Coalho – Recife/PE: Com registros de descrição no século XVII, o sertanista Pery Lamartine relatava que o Queijo de Coalho era o queijo de consumo da casa e de venda na feira local. · Queijo Manteiga – Natal/RN: O Queijo de Manteiga, produzido junto ao Queijo Coalho, foi relatado pelo sertanista Pery, como um queijo próprio para “conservação”, produzido para guardar para os longos períodos de seca e também para comercializar em longas distâncias. · Queijo Artesanal Serrano – Porto Alegre/RS: Considerado o primeiro Queijo com Indicação Geográfica na modalidade Denominação de Origem do Brasil, é produzido localmente e em pequena escala com um modo de fazer passado de geração a geração. Exclusivo da região dos Campos de Cima da Serra de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o queijo artesanal Serrano é feito com leite bovino cru e integral. Por isso, possui sabor, aroma e textura bem peculiares. · Queijo da Região do Diamante – Florianópolis/SC: Trata-se de queijo produzido com leite cru, a uma altitude média de 700 metros, conferindo-lhe características especiais, influenciadas pela temperatura, umidade e suas pastagens nativas. É um queijo produzido por aproximadamente 25 famílias. · Queijo Minas artesanal – Belo Horizonte/MG: A produção deste queijo surgiu no século XVIII para a subsistência das famílias instaladas nos territórios minerados e para abastecer outras regiões da província e também para a então capital Rio de Janeiro. Com 10 mil famílias dedicadas a sua produção, o governo de Minas Gerais reconhece oficialmente oito regiões produtoras do Queijo Minas Artesanal (Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salitre, Serras do Ibitipoca, Serro e Triângulo). · Queijo Artesanal Paulista – São Paulo/SP: Considerado inovador, este queijo é uma sinergia entre produtores de diversas regiões do estado. Cada produtor possui suas características, história, rebanho, mas sempre com o mesmo propósito – levar ao consumidor produtos elaborados com técnica, qualidade e muito sabor. Arte dos selos – A emissão é composta por oito fotos de autoria de Angélica Gitana Batista Gomes, Fernando Coleho Sette Câmara, Fernando Kluwe Dias, Maria Luiza Giudicissi Valente, Remy Narciso Simão e Susete Oliveira Resende Ferreira, além da Associação dos Produtores Artesanais de Queijo do Serro. Os selos possuem arte final de Jamile Costa Sallum (Correios). Com tiragem de 320 mil exemplares e valor unitário de R$ 1,05, a folha com 16 selos está disponível para venda na loja virtual e nas principais agências dos Correios. Serviço Lançamento da Emissão Especial Queijos do Brasil
Data: Quinta-feira (12), às 17h
Transmissão: Canal do SEBRAE no YouTube.
Participação: – Chef Bola, Claudomiro Maués (Pará); produtores de queijo; João Leite, presidente da Associação dos Produtores de Queijo Canastra – Aprocan; Air Zanelato, presidente da APROSERRA – Associação de Produtores de Queijo Artesanal Serrano da Serra Catarinense; Rosanna Tarsitano, diretora conselheira da Associação de Comerciantes de Queijos Artesanais Brasileiros (Comer Queijo) e do Prêmio Queijo Brasil. Fonte: Assessoria Imprensa Correios

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FOCO ATUALIDADES – Levantamento da Conab traz opções de frutas mais econômicas para as ceias de fim de ano

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Foto: folhadelondrina

Faltando uma semana para o Natal, a procura por produtos para compor a ceia da festividade tende a aumentar. Entre as frutas, lichia, uva e pêssego se apresentam como boas opções para quem busca economizar neste momento. É o que aponta o 12º Boletim Prohort, divulgando nesta sexta-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o documento, como a colheita da lichia produzida nacionalmente ocorre entre o fim de um ano e início de outro, neste período há um aumento na oferta do produto o que tende a trazer reduções nos preços comercializados no atacado. Tendência que já pode ser observada na Central de Abastecimento de São Paulo (Ceagesp). Em novembro, as cotações da fruta registraram queda em torno de 52% enquanto a oferta teve forte aumento, em relação a outubro.

A análise realizada pela Conab sobre a comercialização de frutas e hortaliças nas principais Centrais de Abastecimento do país mostra ainda que a uva deve chegar nos mercados com preços acessíveis, sem disparada. “O volume da produção nacional deverá aumentar com o início das safras de Louveira/Indaiatuba (SP), Porto Feliz (SP) e Marialva (PR) em novembro e isso pode ser prenúncio de bons preços ao consumidor ou pelo menos estabilidade em dezembro”, pondera o superintendente de Estudos Agroalimentares e da Sociobiodiversidade da Conab, Marisson Marinho. No caso do pêssego, a boa produtividade na safra deste ano tenderá a manter os valores mais acessíveis, com algumas reduções sendo observadas já em novembro.

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Por sua vez, a ameixa nacional deve apresentar preços mais atrativos do que o produto importado. Cenário semelhante para a romã, na qual a boa produção nacional deve em alguma medida contrabalançar um pouco, em termos de preços, a fruta vinda do exterior.

Já cereja, figo e mirtilo apresentam tendência de elevação nas cotações. O comportamento de alta é explicado pela valorização do dólar que impacta no preço pago pelo produto importado, ou ainda no custo de produção dessas frutas.

Demais hortifrutis – Dentre as hortaliças mais comercializadas nos principais entrepostos atacadistas no país, destaque para o tomate. No último mês, o produto não apresentou comportamento uniforme entre as Centrais de Abastecimento (Ceasas) analisadas. A maior alta foi registrada em Recife, com variação de 35,85%. Por outro lado, a Ceasa de Vitória apresentou uma redução de 32,04% nos preços. No somatório geral, a oferta de tomate nos mercados observados aumentou quase 10%, em relação a outubro. Parte desse incremento foi provocado pelo aumento da temperatura em algumas regiões produtoras, que acelera a maturação do produto. Além disso, a safra das águas (de verão) vem ganhando força. Esse aumento no ritmo de colheita da safra de verão deve manter uma tendência de queda de preços. Porém, as condições climáticas podem inverter essa expectativa, uma vez que chuvas intensas diminuem ou até paralisam a colheita.

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A cebola continua a apresentar elevações de preços no atacado, após meses em queda. O movimento é esperado para o período, no qual a produção do bulbo se concentra na região Sul. Porém, a safra sulista não é capaz de compensar a menor oferta das Regiões Centro–Oeste, Nordeste e Sudeste, abrindo espaço para entrada de produto importado.

Seguindo o comportamento de alta, melancia e mamão tiveram elevações nos preços de comercialização na maioria das Ceasas em novembro. A menor oferta de ambas as frutas explicam a subida das cotações.

Exportações – Os embarques de frutas em 2021 atingiram um novo recorde. No acumulado entre janeiro e novembro deste ano, o total de frutas frescas enviadas ao exterior foi de 1,11 milhão de toneladas, volume maior em 19,62% em relação ao mesmo período do ano anterior, com faturamento de US$ 1,09 bilhão, 21,47% acima daquilo que foi computado até novembro de 2020.

Destaque para os envios de mangas, melões, limões e limas, melancias, bananas, maçãs, uvas e mamões.

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