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FOCO ESPECIAL! ARTIGO – Eduardo Martins

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Implementação e ineditismo das mídias sociais como ferramenta na gestão profissional da comunicação social do Comando Militar do Leste O avanço e a crescente popularização das tecnologias digitais, sobretudo a partir da década de 1990, com o progressivo acesso ao computador pessoal e funcional conectado à internet, marcaram, significativamente, as relações comunicacionais na contemporaneidade, apresentando formas de interação antes inimagináveis. A tecnologia permitiu que novos dispositivos, como smartphones, tablets e notebooks fossem implantados definitivamente ao nosso cotidiano, passando a fazer parte de um complexo contexto social. Com o surgimento da internet, a informação e a comunicação, alavancadas pela evolução tecnológica, ganharam novas possibilidades, proporcionando a criação de verdadeiros espaços virtuais de relações interpessoais conhecidos como ciberespaço. A presença e usabilidade das instituições através dos recursos oferecidos por este novo ambiente comunicacional tornaram-se imprescindíveis e, por via de regra, as mídias sociais, surgiram como uma das principais ferramentas de viés midiático. Acompanhando a mudança na forma de se comunicar, entendendo sua importância e compreendendo o expressivo crescimento dos canais de informação e comunicação em um mundo cada vez mais interdependente e interconectado, há mais de 10 anos, o Exército Brasileiro (EB) estruturou seu sistema de comunicação social buscando a inserção em todos os canais virtuais de maior relevância estratégica, passando a utilizar redes sociais com ações, pontuais, que representaram importantes aspectos de modernização da política de sua comunicação. Em face dos principais desafios da comunicação social na atualidade, sobretudo com a popularização da internet, o Comando Militar do Leste, alinhado com as diretrizes do Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx), e estando ainda de acordo com a Portaria nº 190, do Estado-Maior do Exército, vem consolidando sua presença digital desde março de 2018, ocasião em que foi implementada a primeira mídia social do CML. No dia 15 de março de 2018, cerca de quase um mês após o decreto da Intervenção Federal na Segurança do estado do Rio de Janeiro, este Grande Comando Militar de Área criava, no Twitter, seu primeiro perfil virtual. Naquela ocasião, o “sinal verde” dos espaços virtuais deste Comando Militar de Área seria concedido pelo Comandante Militar do Leste (General de Exército Walter Souza Braga Netto), que acabava de ser também nomeado Interventor Federal. A decisão foi consolidada após o assessoramento do Chefe da Seção de Comunicação Social (Coronel Carlos Frederico Gomes Cinelli), que seria, na sequência das ações, designado para a função de Porta-Voz do Comando Militar do Leste e do Gabinete de Intervenção Federal. Para a sua criação, foram realizadas ações de benchmarking com as Assessorias de Comunicação (ASCOM) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), da Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GMRJ) e do próprio Gabinete de Intervenção Federal (GIF), bem como realizados estudos das mídias sociais do Exército Brasileiro, do perfil do Ministério da Defesa (DF), do Exército Brasileiro, entre outros atuantes Comandos Militares de Área, como o Comando Militar do Sudeste (CMSE), o Comando Militar do Sul (CMS) e o Comando Militar da Amazônia (CMA). Atualmente, com quase 60.000 seguidores, o Twitter do CML é atualizado, diariamente, com diversas postagens e recortes para matérias institucionais e jornalísticas, pautadas sempre nas missões mais importantes no âmbito do Comando Militar do Leste e de suas organizações militares subordinadas (OMS), como Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Ações Cívico-Sociais, Simpósios, Capacitações e Estágios, Ciclo de Estudos Sobre Direito Penal Militar do CML, Operações Membeca, Dilúvio, Saci e Operação Acolhida. Após o êxito obtido por meio da conta do CML no Twitter, foi criado, em 3 de abril de 2018, o perfil do Instagram. No perfil, são divulgadas matérias sobre as mais diversas missões, tendo como principal característica a postagem de fotografias e vídeos, com um olhar diferenciado e com textos curtos. Além disso, para gerar grande engajamento com os usuários, são utilizados os recursos Stories e a ferramenta IGTV, plataforma do Instagram que suporta vídeos com mais de 1 minuto de duração. Atualmente, o CML conta com 13.000 seguidores. O CML já tinha presença nas mídias, em especial no Youtube, desde o ano de 2010. Com mais de 400 vídeos e com um número expressivo, com quase 12 mil inscritos, a célula de mídias sociais mantém também a TV CML, o canal do Comando Militar do Leste na plataforma de compartilhamento de vídeos, que conta com matérias jornalísticas voltadas para as principais atividades realizadas pelo Comando e suas organizações militares (OM). Em julho de 2018, foi criado o perfil do Facebook. Com mais de 10.000 seguidores, atualmente, e com alcance de mais de 250.000 pessoas, o perfil do CML na rede social oferece aos usuários, diariamente, conteúdo relevante como postagens de matérias, eventos, vídeos e compartilhamento de links com assuntos militares, além de datas comemorativas e eventos institucionais. O início desta presença virtual do CML tem como recorte a sua página eletrônica, criada em 8 de dezembro de 2004. Assim como as matérias de relevância postadas nas mídias sociais, o site também divulga eventos institucionais, hotéis de trânsito, formaturas, diversas atividades, sala de imprensa, uniformes previstos, além dos endereços de fortes e fortalezas. Muitos desafios ainda estão por vir tais como: a redefinição e melhoria das estratégias nas redes sociais baseadas em dados, o que permitirá o mapeamento ainda mais preciso dos seguidores, bem como uma apuração ainda mais detalhada das métricas das postagens de acordo com o que os mais diversos públicos gostam de ler e acessar; a busca pelo engajamento orgânico e a produção de conteúdos ainda mais colaborativos, além do aprimoramento das próprias ferramentas tecnológicas. Desde março de 2020, no período em que começamos a conviver com a pandemia do novo coronavírus, as mídias sociais do CML têm representado ainda maior importância para a disseminação das ações do Comando Conjunto Leste no combate à pandemia da Covid-19. Seu valor agregado de geração de conteúdo de qualidade e de compartilhamento de informações relevantes para a sociedade permitiu que as mídias sociais do CML completassem dois anos de existência, contribuindo para a construção de um legado e pioneirismo de um dos mais atuantes Comandos Militares de Área. Fonte: E-blog Exército Brasileiro

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FOCO NA SAÚDE- Leia o que diz a Médica Barbara Branches sobre a importância da Medicina Nuclear para a saúde das pessoas, destacando os principais exames que podem ser realizados

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Dra. Barbara Branches Responsável Técnica pela Clínica Nuclear Center, Hospital do Coração do Pará e Hospital Ophir Loyola Foto: Divulgação Nuclear Center

O Portal Guarany Júnior  (www.guaranyjr.com .br) entrevistou  neste domingo, 15 de maio, a competente médica Barbara Branches. Leia, na íntegra, o que diz a médica.

Nome – Ana Bárbara Branches Figueira

Área de atuação – Médica Nuclear

Graduada pela Universidade Federal do Pará

Especialista em Medicina Nuclear há 19 anos

Especialista pelo Colégio Brasileiro de Radiologia há 19 anos

Barbara Branches destaca: “Atuar como médica nuclear é andar de mãos dadas com a modernidade. No dia a dia da especialidade precisamos lidar com os mais modernos compostos, para realizar diagnósticos com agilidade e nível de detalhamento diferenciado. Tive a honra em ser a primeira médica nuclear a tratar câncer de tireóide no estado do Pará em 2004 e desde então praticamos medicina de ponta em nossa Região”.

A Dra. Barbara Branches é responsável técnica pela clínica Nuclear Center, Hospital do Coração do Pará e Hospital Ophir Loyola.

1.O que é Medicina Nuclear?

R – A medicina nuclear é uma especialidade médica que usa pequenas quantidades de substâncias radioativas, denominados radiofármacos, para realizar exames diagnósticos, tratamentos terapêuticos e auxiliar alguns procedimentos cirúrgicos.

O diferencial da área é a possibilidade de avaliar a função de diversos órgãos, além de realizar procedimentos não invasivos e mais seguros, tendo entre suas principais aplicações exames como cintilografias e PET scan .

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As substâncias radioativas, por serem usadas em quantidades mínimas, são muito seguras e oferecem poucas possibilidades de causar reações adversas aos pacientes. Apenas as gestantes e as mulheres que estão amamentando não podem passar pelo uso dessa tecnologia.

2.Quais principais aplicações da Medicina Nuclear ?

R – A medicina nuclear pode ser aplicada na detecção de doenças em seus estágios mais iniciais. Como por exemplo, antes que causem alterações estruturais detectáveis por exames anatômicos.

A técnica é muito utilizada no diagnóstico e acompanhamento de diversos tipos de câncer, avaliação de doenças cardíacas, endócrinas, neurológicas e gastrointestinais. Os tipos de exames mais comuns da medicina nuclear são:

Coração: possibilidade de avaliar o fluxo arterial sanguíneo em situações de repouso e estresse, função cardíaca, danos ao músculo cardíaco após um infarto, avaliação funcional após procedimentos de  revascularização, rejeição de transplantes cardíacos, entre outros.

Renais: função diferencial entre os rins, identificação de possíveis obstruções no sistema coletor, cicatrizes decorrentes de infecções.

Tireoide: avaliar a função da glândula e nódulos e presença de metástases de câncer de tireóide.

Cérebro: focos epileptogênicos com convulsão, avaliação de déficit cognitivo, perfusão sanguínea.

Mama: auxílio na localização de nódulos malignos.Ossos: avaliação de processos osteodegenerativos articulares, doenças ósseas benignas e malignas (tumores).

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3.Quais principais tratamentos realizados pela medicina nuclear?

R – Os principais tratamentos são:  o tratamento com o iodo-131, usado há mais de 50 anos no tratamento de hipertireoidismo e de câncer na tireoide. Ao ser absorvido nas regiões tireoidianas em metástase, emite a energia radioativa, eliminando as células nocivas.

Outros exemplos de tratamentos são o samário-153, para tratamento paliativo de tumores ósseos, e o 177Lutécio- DOTATATO, para tratamento de tumores neuroendócrinos bem diferenciados e um dos mais recentes é o Rádio-223, utilizado em terapias contra câncer nos ossos de origem prostática.

4. Após o exame de cintilografia o paciente fica radioativo?

R – Sim. Porém fique tranquilo! A radiação administrada durante os exames de medicina nuclear segue protocolos de segurança especiais. As dosagens de radiofármacos que utilizamos nas cintilografias e PET/CT  são pequenas e controladas, garantindo a segurança de pacientes e médicos.

Além disso reforço que os radioisótopos utilizados em grande parte dos exames nucleares são conhecidos como sendo de meia-vida curta, o que significa que são eliminados rapidamente pelo organismo (geralmente pela urina).

Por isso o paciente  pode ficar tranquilo quando for realizar seu exame nuclear.

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