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FOCO NA SAÚDE E BEM ESTAR COM ROSANE LOPES – Para que adoecemos?

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SAÚDE E BEM ESTAR

Nosso modo de vida atual, nossa sociedade e todas as facilidades que se encontram na palma de nossas mãos nos levaram a um ritmo frenético de vida… mas isso seria vida ou apenas existência?
Esse cotidiano agitado exige cada vez mais de nós, exige que sejamos atualizados a cada instante, que estejamos em todos os lugares o tempo todo, que sejamos capazes de fazer tudo perfeitamente. Todo esse barulho nos tornou surdos, incapazes de ouvir o outro e principalmente, incapazes de ouvir o nosso corpo, de reconhecer as nossas emoções e de nos nutrirmos, física e espiritualmente, do essencial. Na maioria das vezes isso acontece porque não temos vontade de prestar atenção em nós mesmos e por isso, nosso corpo fala cada vez mais alto, ele grita e por fim, adoece!
Quando não podemos evitar a dor, somos forçados a parar e na maioria das vezes buscamos o médico, desesperados para que ele possa interromper esse processo que consideramos inadequado. Poucos são os que buscam compreender e decodificar a mensagem trazida pela dita “doença “.
Em uma abordagem holística podemos compreender melhor as “razões” da doença, considerando o paciente de forma sistêmica e não mais, separando-o em corpo e espírito, como faz a medicina tradicional.
Buscar o entendimento do nosso ser integralmente é mais que uma opção, é um caminho para os que desejam a verdadeira cura.

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Rosane Lopes.
Terapeuta Homeopata
Psicanalista Clinica

instagram: rosanelopesnascimento
WhatsApp 61 991139092

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FOCO NA SAÚDE – Planos de saúde passarão a cobrir transplantes de fígado

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Médica atuando em cirurgia
Artur Tumasjan / Unsplash

Médica atuando em cirurgia

O transplante de fígado para o tratamento de pacientes com doença hepática, contemplados com a disponibilização do órgão por meio de fila única do Sistema Único de Saúde (SUS), passará a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde.

A decisão foi anunciada hoje (30) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e passará a integrar o rol da agência a partir de sua publicação no Diário Oficial da União(DOU), prevista para segunda-feira (3).

A Diretoria Colegiada da ANS aprovou também nesta sexta-feira a inclusão do medicamento Regorafenibe, para o tratamento de pacientes com câncer colorretal avançado ou metastático, no rol de procedimentos e eventos em saúde.

De acordo com a ANS, as tecnologias cumpriram os requisitos previstos em norma e passaram por todo o processo de avaliação e incorporação após serem apresentadas por meio do FormRol, o processo continuado de avaliação da agência, cuja análise é baseada em avaliação de tecnologias em saúde. Trata-se de um sistema de excelência que prima pela saúde baseada em evidências.

As tecnologias também discutidas em reuniões técnicas da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde), realizadas entre junho e setembro deste ano, com ampla participação social.

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Ajustes

Para assegurar cobertura aos procedimentos vinculados ao transplante hepático, foram realizados ajustes ao Anexo I do Rol, que traz a listagem dos procedimentos cobertos, incluídos procedimentos para o acompanhamento clínico ambulatorial e para o período de internação do paciente, bem como os testes para detecção quantitativa por PCR (proteína C reativa) do citomegalovírus e vírus Epstein Barr.

As reuniões técnicas da Cosaúde contaram com representantes do Ministério da Saúde e da Central Nacional de Transplantes, visando assegurar que o transplante seguirá sua cobertura conforme a situação do paciente na fila única nacional gerida pelo SUS e de acordo com os processos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes.

Outros medicamentos

A diretoria da ANS aprovou ainda a inclusão de outros quatro medicamentos no rol de procedimentos. Trata-se de antifúngicos que podem ter uso sob regime de administração injetável ambulatorial e que possibilitam a desospitalização de pacientes em um contexto de aumento de micoses profundas graves como resultado da pandemia de covid-19.

Os medicamentos são Voriconazol, para pacientes com aspergilose invasiva; Anfotericina B lipossomal, para tratamento da mucormicose na forma rino-órbito-cerebral; Isavuconazol, para tratamento em pacientes com mucormicose; e Anidulafungina, para o tratamento de candidemia e outras formas de candidíase invasiva.

A ANS destacou que esta é a 13ª atualização do rol em 2022. Somente este ano, foram incorporados à lista de coberturas obrigatórias 12 procedimentos e 25 medicamentos, bem como ampliações importantes para pacientes com transtornos de desenvolvimento global, como o transtorno do espectro autista, além do fim dos limites para consultas e sessões de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia, desde que sob indicação médica.

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Fonte: IG SAÚDE

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